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	<title>Informativos (STF) &#8211; Index Jurídico</title>
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	<description>Ciências jurídicas e temas correlatos</description>
	<lastBuildDate>Wed, 19 Feb 2020 13:52:52 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Informativos (STF) &#8211; Index Jurídico</title>
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	<item>
		<title>STF – Informativo nº 962 comentado</title>
		<link>https://indexjuridico.com/stf-informativo-no-962-comentado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2020 13:52:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos (STF)]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Plenário
- Taxa sobre recursos hídricos: custos da atividade estatal de fiscalização e princípio da proporcionalidade
- Processo legislativo e reserva de lei complementar
- Subsídio mensal e vitalício a ex-governadores e desnecessidade de devolução dos valores recebidos
- Falta de prestação de contas e suspensão automática do registro ou anotação de órgão partidário – 3
- Receita Federal e compartilhamento de dados com o Ministério Público – 3

1ª Turma
- Execução provisória e restrição imposta pela primeira instância]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Plenário</strong><br>&#8211; Taxa sobre recursos hídricos: custos da atividade estatal de fiscalização e princípio da proporcionalidade<br>&#8211; Processo legislativo e reserva de lei complementar<br>&#8211; Subsídio mensal e vitalício a ex-governadores e desnecessidade de devolução dos valores recebidos<br>&#8211; Falta de prestação de contas e suspensão automática do registro ou anotação de órgão partidário – 3<br>&#8211; Receita Federal e compartilhamento de dados com o Ministério Público – 3<br><br><strong>1ª Turma</strong><br>&#8211; Execução provisória e restrição imposta pela primeira instância</p><cite><a href="http://www.stf.jus.br//arquivo/informativo/documento/informativo962.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Informativo nº 962 (abre numa nova aba)">Informativo nº 962</a></cite></blockquote>



<span id="more-1197"></span>



<h2 class="wp-block-heading">Plenário</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Taxa sobre recursos hídricos: custos da atividade estatal de fiscalização e princípio da proporcionalidade</strong></p><cite><strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)" href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=6211&amp;classe=ADI&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank">ADI 6211/AP</a></strong> </cite></blockquote>



<p>O Plenário julgou procedentes pedidos formulados em ADI contra disposições de lei estadual que estabelece taxa sobre recursos hídricos.</p>



<p>Observou-se que a taxa, sob pretexto de custear o exercício do poder de polícia, estaria revestida de <strong>verdadeiro caráter arrecadatório</strong>, aproximando-se de um verdadeiro <strong>confisco</strong>, dada sua <strong>falta de retributividade e proporcionalidade </strong>entre a arrecadação prevista e o custo da atividade fiscalizatória. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Processo legislativo e reserva de lei complementar</strong></p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=5003&amp;classe=ADI&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">ADI 5003/SC</a></strong> </cite></blockquote>



<p>O STF julgou inconstitucionais dispositivos da Constituição Estadual do Estado de Santa Catarina que determinavam que temas como o regime único dos servidores, a organização da Polícia Militar e de seus servidores, a organização do sistema estadual de educação e plebiscito e referendo deveriam ser dispostos por meio de lei complementar, exigência não prevista na Constituição Federal.</p>



<p>O Colegiado entendeu que a ampliação da reserva de lei complementar (para além das hipóteses demandadas no texto constitucional, como no caso) <strong>restringe indevidamente o arranjo democrático-representativo desenhado pela Constituição Federal</strong>, que deveria ter sido observado pelo Estado-membro.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Subsídio mensal e vitalício a ex-governadores e desnecessidade de devolução dos valores recebidos</strong></p><cite><strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)" href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=4545&amp;classe=ADI&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank">ADI 4545/PR</a></strong> </cite></blockquote>



<p>O Plenário julgou inconstitucionais dispositivos da Constituição do Estado do Paraná e outras leis do mesmo que determinavam o pagamento de subsídio a ex-governadores. O STF reafirmou a jurisprudência no sentido de que <strong>a instituição de prestação pecuniária mensal e vitalícia a ex-governadores, designada “subsídio”, corresponde à concessão de benesse que não se compatibiliza com a Constituição Federal</strong> (notadamente com o princípio republicano e o princípio da igualdade, consectário daquele), <strong>por configurar tratamento diferenciado e privilegiado sem fundamento jurídico razoável, em favor de quem não exerce função pública ou presta qualquer serviço à administração</strong>. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Falta de prestação de contas e suspensão automática do registro ou anotação de órgão partidário</strong></p><cite><strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=6032&amp;classe=ADI&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">ADI 6032 MC-Ref/DF</a></strong> </cite></blockquote>



<p>Nesta ADI, o STF entendeu que<strong> as normas que determinam a suspensão do registro ou a anotação do partido como consequência imediata do julgamento das contas, violam o devido processo legal</strong>.  Esta penalidade somente pode ser aplicada após decisão, com trânsito em julgado, decorrente de procedimento específico de suspensão de registro, conforme o art. 28 da Lei 9.096/1995.</p>



<p>A tônica do entendimento é a preservação da ampla defesa e do contraditório, impedindo a aplicação automática de sanções decorrentes do julgamento de contas dos partidos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Receita Federal e compartilhamento de dados com o Ministério Público&nbsp;</strong></p><cite><strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)" href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=1055941&amp;classe=RE&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank">RE 1055941/SP</a></strong> </cite></blockquote>



<p>A tese firmada pelo STF em relação ao Tema nº 990 de Repercussão Geral obteve a seguinte redação:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p> 1. É constitucional o compartilhamento dos relatórios de inteligência financeira da UIF e da íntegra do procedimento fiscalizatório da Receita Federal do Brasil (RFB), que define o lançamento do tributo, com os órgãos de persecução penal para fins criminais, sem a obrigatoriedade de prévia autorização judicial, devendo ser resguardado o sigilo das informações em procedimentos formalmente instaurados e sujeitos a posterior controle jurisdicional.</p><p>2. O compartilhamento pela UIF e pela RFB, referente ao item anterior, deve ser feito unicamente por meio de comunicações formais, com garantia de sigilo, certificação do destinatário e estabelecimento de instrumentos efetivos de apuração e correção de eventuais desvios. </p></blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Primeira Turma</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Execução provisória e restrição imposta pela primeira instância</strong></p><cite><strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)" href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=174875&amp;classe=HC&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank">HC 174875/MG</a></strong> </cite></blockquote>



<p>Neste caso, a Turma concedeu de ofício a ordem com fito de determinar ao Tribunal de origem a análise da necessidade de prisão preventiva ou da aplicação de medidas cautelares diversas, tendo em vista <strong>a inconstitucionalidade do cumprimento antecipado da pena</strong>. </p>



<p></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF – Informativo nº 961 comentado</title>
		<link>https://indexjuridico.com/stf-informativo-no-961-comentado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2020 13:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos (STF)]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Plenário&#8211; Receita Federal e compartilhamento de dados com o Ministério Público – 2 1ª Turma&#8211; Possibilidade de vinculação das verbas do Fundef ao pagamento de honorários advocatícios contratuais&#8211; Regime semiaberto e execução provisória da pena&#8211; Expulsão de paciente que tem filho sob a sua guarda e dependência econômica – 3&#8211; Expulsão de estrangeiro que possui [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Plenário</strong><br>&#8211; Receita Federal e compartilhamento de dados com o Ministério Público – 2<br><br><strong>1ª Turma</strong><br>&#8211; Possibilidade de vinculação das verbas do Fundef ao pagamento de honorários advocatícios contratuais<br>&#8211; Regime semiaberto e execução provisória da pena<br>&#8211; Expulsão de paciente que tem filho sob a sua guarda e dependência econômica – 3<br>&#8211; Expulsão de estrangeiro que possui filho brasileiro – 2<br> Competência do STF e ação ordinária contra ato do CNJ – 3</p><cite><a href="http://www.stf.jus.br//arquivo/informativo/documento/informativo961.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="informativo nº 961 (abre numa nova aba)">informativo nº 961</a></cite></blockquote>



<span id="more-1194"></span>



<h2 class="wp-block-heading">Plenário</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>Receita Federal e compartilhamento de dados com o Ministério Público</em></p><cite><strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)" href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=1055941&amp;classe=RE&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank">RE 1055941/SP</a></strong> </cite></blockquote>



<p>Trata-se da apreciação do tema de repercussão geral nº 990: Possibilidade de compartilhamento com o Ministério Público, para fins penais, dos dados bancários e fiscais do contribuinte, obtidos pela Receita Federal no legítimo exercício de seu dever de fiscalizar, sem autorização prévia do Poder Judiciário.</p>



<p>A tese não foi fixada na oportunidade, mas restou vencedor o voto segundo o qual <strong>é constitucional o compartilhamento, pela Unidade de Inteligência Financeira, dos seus relatórios com os órgãos de persecução penal para fins criminais. </strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Primeira Turma</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Possibilidade de vinculação das verbas do Fundef ao pagamento de honorários advocatícios contratuais</strong></p><cite><strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)" href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=1066359&amp;classe=ARE&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank">ARE 1066359 AgR/AL</a></strong> </cite></blockquote>



<p><strong>O STF entendeu que a discussão sobre a possibilidade de uso de verbas do Fundef para pagamento de honorários advocatícios contratuais  possui natureza infraconstitucional</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Regime semiaberto e execução provisória da pena</strong></p><cite><strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)" href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=169727&amp;classe=HC&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank">HC 169727/RS</a></strong> </cite></blockquote>



<p>Em demanda que envolve condenado em primeiro e segundo graus de jurisdição, com mandado de prisão expedido pelo respectivo Tribunal de Justiça, <strong>a Turma concedeu a ordem de <em>habeas corpus</em> para afastar a execução provisória da pena, conforme ADCs 43, 44 e 54</strong>, tendo em vista que não há decretação de prisão preventiva.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Expulsão de paciente que tem filho sob a sua guarda e dependência econômica</strong></p><cite> <strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)" href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=148558&amp;classe=HC&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank">HC 148558/SP</a></strong> e  <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=150343&amp;classe=HC&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M">HC 150343/DF</a></strong> </cite></blockquote>



<p>Neste caso, um estrangeiro teve condenação transitada em julgado por delito cometido em território nacional, o que motivou o procedimento de expulsão. </p>



<p>A Turma não conheceu do <em>habeas corpus</em>, por ter sido impetrado contra decisão monocrática no STJ, mas decidiu conceder a ordem de ofício tendo em vista a notícia de que fora comprovada nos autos a existência de filho brasileiro sob possível guarda do paciente.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Art. 55. Não se procederá à expulsão quando:<br>II &#8211; o expulsando:<br>a) tiver filho brasileiro que esteja sob sua guarda ou dependência econômica ou socioafetiva ou tiver pessoa brasileira sob sua tutela;</p><cite> <strong><a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%2013.445-2017?OpenDocument">LEI Nº 13.445/2017</a></strong> (lei de migração)</cite></blockquote>



<p>Pelos mesmos motivos, no HC 150343/DF, a Turma determinou que fosse revisada a portaria de expulsão à luz dos novos fatos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Competência do STF e ação ordinária contra ato do CNJ</strong></p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=15551&amp;classe=Rcl&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Rcl 15551 AgR/GO</a></strong> </cite></blockquote>



<p>A Turma deu provimento a recurso para estabelecer a competência do STF para <strong>julgar ações ordinárias contra atos do CNJ</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe:<br>I &#8211; processar e julgar, originariamente:<br>r) as ações contra o Conselho Nacional de Justiça e contra o Conselho Nacional do Ministério Público; </p><cite>constituição federal de 1988</cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF – Informativo nº 960 comentado</title>
		<link>https://indexjuridico.com/stf-informativo-no-960-comentado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2019 17:34:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos (STF)]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1121</guid>

					<description><![CDATA[Plenário
- Receita Federal e compartilhamento de dados com o Ministério Público (suspenso)

2ª Turma
- Foro de ajuizamento de ação contra a União
- Execução provisória e prisão domiciliar – 2]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Plenário</strong><br>&#8211; Receita Federal e compartilhamento de dados com o Ministério Público (suspenso)<br><br><strong>2ª Turma</strong><br>&#8211; Foro de ajuizamento de ação contra a União<br>&#8211; Execução provisória e prisão domiciliar – 2</p><cite><a href="http://www.stf.jus.br//arquivo/informativo/documento/informativo960.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="informativo 960 (abre numa nova aba)">informativo 960</a></cite></blockquote>



<span id="more-1121"></span>



<h2 class="wp-block-heading">Segunda Turma</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Foro de ajuizamento de ação contra a União</strong></p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=1151612&amp;classe=ARE&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">ARE 1151612 AgR/SP</a></strong> </cite></blockquote>



<p>O art. 109, § 2º, da Constituição Federal, encerra a <strong>possibilidade de a ação contra a União ser proposta no domicílio do autor, no lugar em que ocorrido o ato ou fato ou em que situada a coisa, na capital do estado-membro, ou ainda no Distrito Federal.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Art. 109. Aos juízes federais compete processar e julgar:</p><p>§ 2º As causas intentadas contra a União poderão ser aforadas na seção judiciária em que for domiciliado o autor, naquela onde houver ocorrido o ato ou fato que deu origem à demanda ou onde esteja situada a coisa, ou, ainda, no Distrito Federal.</p><cite><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="cf/88 (abre numa nova aba)">cf/88</a></cite></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Execução provisória e prisão domiciliar</strong></p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=163814&amp;classe=HC&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">HC 163814 ED/MG</a></strong> </cite></blockquote>



<p>A Segunda Turma, em conclusão de julgamento e por maioria, concedeu, de ofício, a ordem de habeas corpus para <strong>declarar a ilegalidade da execução provisória da pena e, assim, revogar a prisão decretada por tal fundamento, se inexistente outro motivo para a segregação do paciente e se ausentes fundamentos concretos de prisão preventiva, nos termos do art. 312 do Código de Processo Penal e em conformidade com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal</strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF – Informativo nº 959 comentado</title>
		<link>https://indexjuridico.com/stf-informativo-no-959-comentado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2019 17:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos (STF)]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1119</guid>

					<description><![CDATA[1ª Turma
- Cabimento de reclamação e precedente de repercussão geral
- Prescrição de delito e fixação de competência – 2
- Cumulação de títulos de magistério e aplicação retroativa de nova interpretação de norma administrativa – 2
- TCU: decadência e suspensão de pagamentos de contratos
- Plano Real: Nota do Tesouro Nacional e índice de correção
- Redução de alíquota de Imposto de Importação e dever de indenizar (suspenso)

2ª Turma
- Dupla persecução penal em âmbito internacional
- Duração de sustentação oral e nulidade (suspenso)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>1ª Turma</strong><br>&#8211; Cabimento de reclamação e precedente de repercussão geral<br>&#8211; Prescrição de delito e fixação de competência – 2<br>&#8211; Cumulação de títulos de magistério e aplicação retroativa de nova interpretação de norma administrativa – 2<br>&#8211; TCU: decadência e suspensão de pagamentos de contratos<br>&#8211; Plano Real: Nota do Tesouro Nacional e índice de correção<br>&#8211; Redução de alíquota de Imposto de Importação e dever de indenizar (suspenso)<br><br><strong>2ª Turma</strong><br>&#8211; Dupla persecução penal em âmbito internacional<br>&#8211; Duração de sustentação oral e nulidade (suspenso)</p><cite><a href="http://www.stf.jus.br//arquivo/informativo/documento/informativo959.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="informativo nº 959 (abre numa nova aba)">informativo nº 959</a></cite></blockquote>



<span id="more-1119"></span>



<h2 class="wp-block-heading">Primeira Turma</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Cabimento de reclamação e precedente de repercussão geral </strong></p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=26874&amp;classe=Rcl&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Rcl 26874 AgR/SP</a></strong> </cite></blockquote>



<p>A inobservância de pronunciamento do Supremo Tribunal Federal formalizado, em recurso extraordinário, sob o ângulo da repercussão geral, enseja, esgotada a jurisdição na origem, o ajuizamento de reclamação ao STF.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Art. 988. Caberá reclamação da parte interessada ou do Ministério Público para:<br>I &#8211; preservar a competência do tribunal;<br>II &#8211; garantir a autoridade das decisões do tribunal;<br>III – garantir a observância de enunciado de súmula vinculante e de decisão do Supremo Tribunal Federal em controle concentrado de constitucionalidade; <br>IV – garantir a observância de acórdão proferido em julgamento de incidente de resolução de demandas repetitivas ou de incidente de assunção de competência;<br><br>§ 5º É inadmissível a reclamação:<br>I – proposta após o trânsito em julgado da decisão reclamada;<br>II – <strong>proposta para garantir a observância de acórdão de recurso extraordinário com repercussão geral reconhecida ou de acórdão proferido em julgamento de recursos extraordinário ou especial repetitivos, quando não esgotadas as instâncias ordinárias.</strong></p><cite><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13105.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="código de processo civil (abre numa nova aba)">código de processo civil</a></cite></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Prescrição de delito e fixação de competência</strong></p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=151881&amp;classe=RE&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">HC 151881 AgR/SP</a></strong> </cite></blockquote>



<p>O <em>habeas corpus</em> não é sede processual adequada para discussão sobre a <strong>correta fixação da competência</strong>, bem como sobre a <strong>existência de transnacionalidade</strong> do delito imputado. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Cumulação de títulos de magistério e aplicação retroativa de nova interpretação de norma administrativa</strong></p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=35992&amp;classe=MS&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">MS 35992/RS</a> e</strong> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=36218&amp;classe=MS&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">MS 36218/DF</a></strong> </cite></blockquote>



<p>A Turma denegou a ordem em mandados de segurança impetrados contra decisão do Conselho Nacional de Justiça que, em procedimento de controle administrativo, determinou a comissão de concurso público que <strong>afastasse a possibilidade do cômputo acumulado de títulos alusivos ao exercício do magistério superior com e sem prévio concurso público de admissão.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>TCU: decadência e suspensão de pagamentos de contratos</strong></p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=35038&amp;classe=MS&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">MS 35038 AgR/DF</a></strong> </cite></blockquote>



<p>Neste julgado, consignou a Turma que <strong>o prazo decadencial para anulação de atos de que decorram efeitos favoráveis aos administrados, previsto no art. 54 da Lei 9.784/1999, não se aplica aos processos de tomada de contas pelo TCU.</strong></p>



<p>Para os Ministros,  a compreensão de que o prazo decadencial quinquenal é impróprio para regular a atuação da Corte de Contas em processo que pode resultar na apuração de prejuízo ao erário e na correlata imputação de débito aos responsáveis é consentânea com o entendimento firmado pelo STF no julgamento do RE 852.475, em que assentada a seguinte tese: “<strong>São imprescritíveis as ações de ressarcimento ao erário fundadas na prática de ato doloso tipificado na Lei de Improbidade Administrativa</strong>”. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Plano Real: Nota do Tesouro Nacional e índice de correção </strong></p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=307108&amp;classe=RE&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">RE 307108/RJ</a></strong> </cite></blockquote>



<p>É constitucional o art. 38, da Lei 8.880/1994, não importando a aplicação imediata desse dispositivo violação do art. 5º, XXXVI, da Constituição Federal. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Segunda Turma</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Dupla persecução penal em âmbito internacional</strong></p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=171118&amp;classe=HC&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">HC 171118/SP</a></strong> </cite></blockquote>



<p>A Segunda Turma concedeu a ordem em <em>habeas corpus</em> para determinar o trancamento de ação penal movida contra o paciente, denunciado pela suposta prática do crime de lavagem de capitais, em razão de haver transferido dinheiro oriundo de tráfico de drogas da Suíça para o Brasil, utilizando-se de contrato de fachada para dar aparência de licitude aos ativos em solo brasileiro. </p>



<p>No caso, o paciente já teria sido processado e julgado na Suíça pelos mesmos fatos, o que culminou em condenação transitada em julgado e cômputo de período de encarceramento de caráter preventivo como execução antecipada da pena naquele Estado. </p>



<p>Dessa forma, em face da vedação da dupla persecução penal, é descabido o processamento do paciente no Brasil pelos mesmos fatos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF – Informativo nº 958 comentado</title>
		<link>https://indexjuridico.com/stf-informativo-no-958-comentado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 16:39:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos (STF)]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[STF – Informativo nº 958 comentado

Plenário
- Revisão criminal e cabimento
- Execução provisória da pena e trânsito em julgado – 2
- Incidência da contribuição previdência sobre o salário maternidade (suspenso)

2ª Turma
- TCU e competência para fiscalizar os recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal
- Tráfico privilegiado de drogas e revaloração de fatos e provas – 2
- Nulidade do ato de efetivação de servidores públicos sem concurso público (suspenso)
- Assistente de acusação: tempestividade de recurso e coisa julgada – 2
- Acordo de delação premiada e impugnação – 2 (suspenso)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Plenário</strong><br>&#8211; Revisão criminal e cabimento<br>&#8211; Execução provisória da pena e trânsito em julgado – 2<br>&#8211; Incidência da contribuição previdência sobre o salário maternidade (suspenso)<br><br><strong>2ª Turma</strong><br>&#8211; TCU e competência para fiscalizar os recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal<br>&#8211; Tráfico privilegiado de drogas e revaloração de fatos e provas – 2<br>&#8211; Nulidade do ato de efetivação de servidores públicos sem concurso público (suspenso)<br>&#8211; Assistente de acusação: tempestividade de recurso e coisa julgada – 2<br>&#8211; Acordo de delação premiada e impugnação – 2 (suspenso)</p><cite><a href="http://www.stf.jus.br/arquivo/informativo/documento/informativo958.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Informativo nº 958 (abre numa nova aba)">Informativo nº 958</a></cite></blockquote>



<span id="more-1111"></span>



<h2 class="wp-block-heading">Plenário</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Revisão criminal e cabimento</strong></p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=5475&amp;classe=RvC&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">RvC 5475/AM</a></strong> </cite></blockquote>



<p>Por não enxergar hipótese própria de cabimento de revisão criminal, o Plenário não conheceu da ação apresentada por senador condenado pela Primeira Turma.</p>



<p>Relembrou o STF que, no âmbito da revisão criminal, <strong>é ônus processual do requerente ater-se às hipóteses taxativamente previstas em lei e demonstrar que a situação processual descrita autorizaria o juízo revisional</strong>. Essa ação não atua como ferramenta processual destinada a propiciar tão somente um novo julgamento, como se fosse instrumento de veiculação de pretensão recursal. Possui, destarte, pressupostos de cabimento próprios que não coincidem com a simples finalidade de nova avaliação do édito condenatório. A via da revisão criminal não deve existir para que o Tribunal Pleno funcione como simples instância recursal destinada ao reexame de compreensões das Turmas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Art. 621.  A revisão dos processos findos será admitida:<br>I &#8211; quando a sentença condenatória for contrária ao texto expresso da lei penal ou à evidência dos autos;<br>II &#8211; quando a sentença condenatória se fundar em depoimentos, exames ou documentos comprovadamente falsos;<br>III &#8211; quando, após a sentença, se descobrirem novas provas de inocência do condenado ou de circunstância que determine ou autorize diminuição especial da pena.</p><cite><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del3689.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Código de Processo Penal (abre numa nova aba)">Código de Processo Penal</a></cite></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Execução provisória da pena e trânsito em julgado</strong></p><cite><strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=43&amp;classe=ADC&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">ADC 43/DF</a>, <a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=44&amp;classe=ADC&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">ADC 44/DF</a></strong> e <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=54&amp;classe=ADC&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">ADC 54/DF</a></strong> </cite></blockquote>



<p>O Plenário, em conclusão de julgamento e por maioria, <strong>julgou procedentes pedidos formulados em ações declaratórias de constitucionalidade para assentar a constitucionalidade do art. 283, do CPP</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Art. 283.  Ninguém poderá ser preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente, em decorrência de sentença condenatória transitada em julgado ou, no curso da investigação ou do processo, em virtude de prisão temporária ou prisão preventiva. </p><cite> <a rel="noreferrer noopener" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del3689.htm" target="_blank">CÓDIGO DE PROCESSO PENAL</a> </cite></blockquote>



<p>Consequentemente, além das hipóteses de prisão cautelar, <strong>a prisão decorrente exclusivamente do decreto condenatório depende do trânsito em julgado deste</strong>.</p>



<p>Lembrou o STF que a Constituição consagrou a excepcionalidade da custódia no sistema penal brasileiro, sobretudo no tocante à supressão da liberdade anterior ao trânsito em julgado da decisão condenatória. A regra é apurar para, em virtude de título judicial condenatório precluso na via da recorribilidade, prender, em execução da pena, que não admite a forma provisória. A exceção corre à conta de situações como a da prisão preventiva, temporária e em flagrante.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Art. 5º, LVII &#8211; ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória; </p><cite><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Constituição Federal de 1988 (abre numa nova aba)">Constituição Federal de 1988</a></cite></blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Segunda Turma</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>TCU e competência para fiscalizar os recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal</strong></p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=28584&amp;classe=MS&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">MS 28584/DF</a></strong> </cite></blockquote>



<p><strong>O Tribunal de Contas da União é o órgão competente para fiscalizar os recursos decorrentes do Fundo Constitucional do Distrito Federal. </strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Tráfico privilegiado de drogas e revaloração de fatos e provas</strong></p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=152001&amp;classe=HC&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">HC 152001 AgR/MT</a></strong> </cite></blockquote>



<p>A Turma concedeu <em>habeas corpus </em>para definir a aplicação da causa especial de diminuição de pena prevista no art. 33, §4º, da Lei 11.343/2006:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Art. 33. Importar, exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender, expor à venda, oferecer, ter em depósito, transportar, trazer consigo, guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar:<br>Pena &#8211; reclusão de 5 (cinco) a 15 (quinze) anos e pagamento de 500 (quinhentos) a 1.500 (mil e quinhentos) dias-multa.<br><br>§ 4º Nos delitos definidos no caput e no § 1º deste artigo, <strong>as penas poderão ser reduzidas de um sexto a dois terços, <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2012/Congresso/RSF-05-2012.htm">vedada a conversão em penas restritivas de direitos </a>, desde que o agente seja primário, de bons antecedentes, não se dedique às atividades criminosas nem integre organização criminosa</strong>.</p><cite><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11343.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="lei nº 11.343/06 (abre numa nova aba)">lei nº 11.343/06</a></cite></blockquote>



<p>Para os Ministros, <strong>a habitualidade e o pertencimento a organizações criminosas deverão ser comprovados, afastada a simples presunção</strong>. <strong>Se não houver prova nesse sentido, o condenado fará jus à redução da pena</strong>. Assim, a quantidade e a natureza são circunstâncias que, apesar de configurarem elementos determinantes na modulação da causa de diminuição, por si sós, não são aptas a comprovar o envolvimento com o crime organizado ou a dedicação a atividades criminosas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Assistente de acusação: tempestividade de recurso e coisa julgada</strong></p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=154076&amp;classe=RE&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">HC 154076 AgR/PA</a></strong> </cite></blockquote>



<p>A Turma negou provimento a agravo regimental em <em>habeas corpus </em>que buscava o reconhecimento da intempestividade de recurso de assistente de acusação no processo criminal principal.</p>



<p>Para a Segunda Turma, o agravo interposto pelo assistente fora tempestivo, pois o prazo para o assistente de acusação interpor recurso começa a correr do encerramento do prazo ministerial. No caso concreto, o assistente apresentou a peça dentro do prazo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>O prazo para o assistente recorrer, supletivamente, começa a correr imediatamente após o transcurso do prazo do Ministério Público.</p><cite>súmula nº 448, do stf</cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF – Informativo nº 957 comentado</title>
		<link>https://indexjuridico.com/stf-informativo-no-957-comentado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2019 12:39:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos (STF)]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1107</guid>

					<description><![CDATA[Plenário
- Execução provisória da pena e trânsito em julgado (suspenso)

1ª Turma
- Cabimento de mandado de segurança contra ato judicial e tempestividade de recurso
- Sistema de recolhimento de imposto e princípio da isonomia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Plenário</strong><br>&#8211; Execução provisória da pena e trânsito em julgado (suspenso)<br><br><strong>1ª Turma</strong><br>&#8211; Cabimento de mandado de segurança contra ato judicial e tempestividade de recurso<br>&#8211; Sistema de recolhimento de imposto e princípio da isonomia</p><cite><a href="http://www.stf.jus.br//arquivo/informativo/documento/informativo957.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Informativo nº 957 (abre numa nova aba)">Informativo nº 957</a></cite></blockquote>



<span id="more-1107"></span>



<h2 class="wp-block-heading">Primeira Turma</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Cabimento de mandado de segurança contra ato judicial e tempestividade de recurso</strong></p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=36114&amp;classe=RMS&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">RMS 36114/AM</a></strong> </cite></blockquote>



<p>No presente caso, que envolve decisão de inadmissibilidade de recurso pelo STJ por suposta intempestividade, a Primeira Turma do STF entendeu ser admissível a impetração de mandado de segurança para impugnar ato judicial em que assentada a intempestividade de recurso protocolado dentro do prazo legal, considerada a <strong>excepcionalidade</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Sistema de recolhimento de imposto e princípio da isonomia</strong></p><cite><strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)" href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=479956&amp;classe=RE&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank">RE 479956/SC</a></strong> </cite></blockquote>



<p>Assentou a Turma que o contribuinte do IRPJ e da CSLL, sujeito à tributação pelo lucro real, tem a faculdade de, ao invés de realizar a apuração trimestral do seu resultado, efetuar recolhimentos mensais calculados por mera estimativa.</p>



<p>Assim, não viola a isonomia a ausência de previsão do pagamento de juros, pela taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (SELIC), quando se verifica que a soma dos recolhimentos por estimativa realizados ao longo do ano é maior do que o valor devido, com base em efetiva apuração anual do lucro real, pois não existe mora da Fazenda Nacional.</p>



<p>A sistemática a que o contribuinte aderiu, por considerar que lhe era favorável, foi a de recolhimentos mensais por estimativa com ajustes no final do ano. O contribuinte é livre para optar ou não pelo regime, mas não pode escolher apenas parte dele. </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF – Informativo nº 956 comentado</title>
		<link>https://indexjuridico.com/stf-informativo-no-956-comentado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2019 12:32:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos (STF)]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1104</guid>

					<description><![CDATA[Plenário
- Falta de prestação de contas e suspensão automática do registro ou anotação de órgão partidário - 2 (suspenso)
- Dívida do Beron: RAET e contratos firmados entre o Estado-membro e a União (suspenso)
- Execução provisória da pena e trânsito em julgado (suspenso)
- Anulação de anistia e prazo decadencial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Plenário</strong><br>&#8211; Falta de prestação de contas e suspensão automática do registro ou anotação de órgão partidário &#8211; 2 (suspenso)<br>&#8211; Dívida do Beron: RAET e contratos firmados entre o Estado-membro e a União (suspenso)<br>&#8211; Execução provisória da pena e trânsito em julgado (suspenso)<br>&#8211; Anulação de anistia e prazo decadencial</p><cite><a href="http://www.stf.jus.br//arquivo/informativo/documento/informativo956.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="informativo nº 956 (abre numa nova aba)">informativo nº 956</a></cite></blockquote>



<span id="more-1104"></span>



<h2 class="wp-block-heading">Plenário</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Anulação de anistia e prazo decadencial</strong></p><cite><strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)" href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=817338&amp;classe=RE&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank">RE 817338/DF</a></strong> </cite></blockquote>



<p>Segundo o STF, no exercício do seu poder de autotutela, <strong>poderá a Administração Pública rever os atos de concessão de anistia a cabos da Aeronáutica com fundamento na Portaria 1.104/1964, quando se comprovar a ausência de ato com motivação exclusivamente política, assegurando-se ao anistiado, em procedimento administrativo, o devido processo legal e a não devolução das verbas já recebidas.</strong></p>



<p>Para afugentar a suscitada hipótese de decadência, consignou a Corte que, <strong>excepcionalmente, o ordenamento jurídico admite a suspensão do prazo decadencial. É o caso do disposto na parte final do <em>caput </em>do art. 54 da Lei 9.784/1999</strong>, que autoriza a anulação do ato administrativo consumado em situações de manifesta má-fé ou de absoluta contrariedade à Constituição Federal. Diz o dispositivo:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Art. 54. O direito da Administração de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os destinatários decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé.</p><cite><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9784.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Lei nº 9.784/99 (abre numa nova aba)">Lei nº 9.784/99</a></cite></blockquote>



<p>O Plenário destacou que anistia prevista no art. 8º do ADCT não alcança os militares expulsos com base em legislação disciplinar ordinária, ainda que em virtude de atos praticados por motivação política. Esse é o teor da orientação que restou consubstanciada no Enunciado 674 da Súmula da jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal (STF). Embora o verbete se refira às situações de expulsão, sua razão de decidir alcança, igualmente, os militares que foram licenciados das Força Armadas por implemento do tempo de serviço.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF – Informativo nº 955 comentado</title>
		<link>https://indexjuridico.com/stf-informativo-no-955-comentado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2019 13:29:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos (STF)]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1102</guid>

					<description><![CDATA[Plenário
- Exploração de recursos naturais não renováveis e repasse de “royalties” a municípios
- Magistério e promoção funcional (prejudicado)
- Legitimidade do Ministério Público: ação civil pública e FGTS
- Anulação de anistia e prazo decadencial (suspenso)
- Julgamento de concessão de aposentadoria: prazo decadencial, contraditório e ampla defesa (suspenso)

1ª Turma
- Lavagem de dinheiro e exaurimento da infração antecedente
- Cumulação de títulos de magistério e aplicação retroativa de nova interpretação de norma administrativa (suspenso)
- Ação direta de inconstitucionalidade estadual: homologação de acordos e conhecimento
- Prerrogativa de função: natureza do crime e justiça comum

2ª Turma
- Interrogatório de corréus: ausência de defesa técnica e acusado delator]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Plenário</strong><br>&#8211; Exploração de recursos naturais não renováveis e repasse de “royalties” a municípios<br>&#8211; Magistério e promoção funcional (prejudicado)<br>&#8211; Legitimidade do Ministério Público: ação civil pública e FGTS<br>&#8211; Anulação de anistia e prazo decadencial (suspenso)<br>&#8211; Julgamento de concessão de aposentadoria: prazo decadencial, contraditório e ampla defesa (suspenso)<br><br><strong>1ª Turma</strong><br>&#8211; Lavagem de dinheiro e exaurimento da infração antecedente<br>&#8211; Cumulação de títulos de magistério e aplicação retroativa de nova interpretação de norma administrativa (suspenso)<br>&#8211; Ação direta de inconstitucionalidade estadual: homologação de acordos e conhecimento<br>&#8211; Prerrogativa de função: natureza do crime e justiça comum<br><br><strong>2ª Turma</strong><br>&#8211; Interrogatório de corréus: ausência de defesa técnica e acusado delator</p><cite><a href="http://www.stf.jus.br//arquivo/informativo/documento/informativo955.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="informativo nº 955 (abre numa nova aba)">informativo nº 955</a></cite></blockquote>



<span id="more-1102"></span>



<h2 class="wp-block-heading">Plenário</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Exploração de recursos naturais não renováveis e repasse de “royalties” a municípios</strong> </p><cite><strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=4846&amp;classe=ADI&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">ADI 4846/ES</a></strong> </cite></blockquote>



<p>No julgamento de ADI, o STF consagrou a constitucionalidade da imposição legal de repasse de parcela das receitas transferidas aos Estados-membros para os municípios integrantes da territorialidade do ente maior. O caso envolve lei que trata de compensação financeira pelo resultado da exploração de recursos naturais (Lei nº 7.990/1989).</p>



<p>Na ocasião, o relator apontou que as receitas de royalties são receitas originárias da União, tendo em vista a propriedade federal dos recursos minerais, e obrigatoriamente transferidas aos Estados-membros e municípios por força do art. 20, V, VIII, IX, e § 1º, da Constituição Federal.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Art. 20. São bens da União:<br>V &#8211; os recursos naturais da plataforma continental e da zona econômica exclusiva;<br>VIII &#8211; os potenciais de energia hidráulica;<br>IX &#8211; os recursos minerais, inclusive os do subsolo;<br>§ 1º É assegurada, nos termos da lei, à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios a participação no resultado da exploração de petróleo ou gás natural, de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica e de outros recursos minerais no respectivo território, plataforma continental, mar territorial ou zona econômica exclusiva, ou compensação financeira por essa exploração</p><cite>constituição federal de 1988</cite></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Legitimidade do Ministério Público: ação civil pública e FGTS</strong> </p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=643978&amp;classe=RE&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">RE 643978/SE</a></strong></cite></blockquote>



<p>Decidiu o Plenário, em RE, que <strong>o Ministério Público tem legitimidade para a propositura de ação civil pública em defesa de direitos sociais relacionados ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço</strong> (FGTS). </p>



<h2 class="wp-block-heading">Primeira Turma</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Lavagem de dinheiro e exaurimento da infração antecedente</strong> </p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=3515&amp;classe=Inq&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Inq 3515/SP</a></strong> </cite></blockquote>



<p>A Primeira Turma recebeu denúncia oferecida contra deputado federal pela suposta prática de crime de corrupção e a rejeitou quanto ao delito de lavagem de dinheiro.</p>



<p>No mérito, quanto ao delito previsto no art. 317, § 1º, do CP, reputou que a denúncia atendeu às exigências versadas no art. 41 do Código de Processo Penal:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Art. 41.  A denúncia ou queixa conterá a exposição do fato criminoso, com todas as suas circunstâncias, a qualificação do acusado ou esclarecimentos pelos quais se possa identificá-lo, a classificação do crime e, quando necessário, o rol das testemunhas. </p><cite>código de processo penal</cite></blockquote>



<p>No que se refere ao delito de lavagem de dinheiro, no entanto, não vislumbrou narrativa fática a ensejar a configuração típica da infração, surgindo relevante o articulado pela defesa acerca da ausência de justa causa.  </p>



<p>Esclareceu que <strong>o crime de branqueamento de capitais corresponde a conduta delituosa adicional, a qual se caracteriza mediante nova ação dolosa, distinta daquela que é própria do exaurimento da infração antecedente</strong>. Entretanto, a procuradoria-geral da República limitou-se a expor, a título de conduta reveladora de lavagem de dinheiro, a obtenção da vantagem indevida proveniente do delito de corrupção passiva. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Ação direta de inconstitucionalidade estadual: homologação de acordos e conhecimento</strong> </p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=1186465&amp;classe=RE&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">RE 1186465 AgR/TO</a></strong> </cite></blockquote>



<p>A Primeira Turma deu provimento a agravo regimental em recurso extraordinário para determinar o retorno do processo ao tribunal de origem, para que seja julgado o mérito de ação direta de inconstitucionalidade estadual ajuizada contra normas locais que transformaram cargos de analista técnico jurídico em cargos de procurador municipal.</p>



<p>Na origem, a ação não teria sido apreciada sob a alegação de que a norma contestada seria fruto de acordo homologado judicialmente, não permitindo rediscussão judicial por força da coisa julgada. O STF afastou tal fundamento, determinando que o Tribunal de Justiça aprecie a matéria.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Prerrogativa de função: natureza do crime e justiça comum</strong> </p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=4624&amp;classe=Inq&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Inq 4624 AgR</a></strong> </cite></blockquote>



<p>A Primeira Turma negou provimento a agravo regimental em inquérito em que se apura a prática do crime de corrupção passiva, e determinou a remessa dos autos à justiça estadual de primeira instância.</p>



<p>A Turma não acolheu o pedido de encaminhamento à Justiça Federal (tendo em vista ser o denunciado deputado federal), pois não enxergou interesse da União envolvido na causa. <strong>O fato de o agente ocupar cargo público não gera, por si só, a competência da justiça federal. Esta é definida pela prática delitiva.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Segunda Turma</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Interrogatório de corréus: ausência de defesa técnica e acusado delator</strong> </p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=2093&amp;classe=AO&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">AO 2093/RN</a></strong> </cite></blockquote>



<p>A Turma proveu interesse de réu para reconhecer preliminar de nulidade, consistente na <strong>ausência de defesa técnica do recorrente durante o interrogatório do corréu colaborador</strong>, nos termos de voto médio. </p>



<p>Declarou-se nulidade, com base nos arts. 563 e 566 do Código de Processo Penal, apenas para <strong>declarar a imprestabilidade do interrogatório do delator em relação ao recorrente, sem determinação de repetição dos atos do processo</strong>, decisão tomada, no ponto, por maioria.</p>



<p><strong>A imprescindibilidade da participação da defesa técnica, sob pena de nulidade, restringe-se ao acusado que é interrogado. Entretanto, excepciona-se a regra da faculdade da participação quando há a imputação de crimes pelo interrogado aos demais réus, como nos casos de colaboração premiada.</strong></p>



<p>Nessas hipóteses, <strong>deve-se exigir a presença dos advogados dos réus delatados, pois, na colaboração premiada, o delator adere à acusação em troca de um benefício acordado entre as partes e homologado pelo julgador natural</strong>. Em regra, o delator presta contribuições à persecução penal incriminando eventuais corréus.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF &#8211; Informativo nº 954 comentado</title>
		<link>https://indexjuridico.com/stf-informativo-no-954-comentado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2019 12:58:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos (STF)]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[STF - Informativo nº 954 comentado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Plenário</strong><br>&#8211; Delatado e direito de falar por último (suspenso)<br>&#8211; Falta de prestação de contas e suspensão automática do registro ou anotação de órgão partidário (suspenso)<br>&#8211; Resolução do Senado Federal: operação de crédito e cessão de dívida ativa a bancos &#8211; 2<br>&#8211; Controle de serviços jurídicos da administração pública estadual indireta<br>&#8211; Competência legislativa e denominação de próprios, vias e logradouros públicos e suas alterações<br><br><strong>1ª Turma</strong><br>&#8211; Crime de estupro e “beijo lascivo” – 3<br>&#8211; Expulsão de estrangeiro que possui filho brasileiro (suspenso)<br>&#8211; Uso de algemas e fundamentação (suspenso)</p><cite><a href="http://www.stf.jus.br//arquivo/informativo/documento/informativo954.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Informativo nº 954 - stf (abre numa nova aba)">Informativo nº 954 &#8211; stf</a></cite></blockquote>



<span id="more-1099"></span>



<h2 class="wp-block-heading">Plenário</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Resolução do Senado Federal: operação de crédito e cessão de dívida ativa a bancos</strong> </p><cite> <strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)" href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=3786&amp;classe=ADI&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank">ADI 3786/DF</a></strong> e <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=3845&amp;classe=ADI&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">ADI 3845/DF</a></strong> </cite></blockquote>



<p>O Plenário, por maioria, julgou procedentes os pedidos formulados em ações diretas para declarar a inconstitucionalidade da Resolução 33/2006 do Senado Federal, por meio da qual se autorizou estados, Distrito Federal e municípios a transferirem a cobrança de suas dívidas ativas, por meio de endossos-mandatos, a instituições financeiras.</p>



<p>Entendeu-se que <strong>o ato impugnado legislou sobre cobrança da dívida ativa tributária, matéria incluída nas funções dos procuradores de estado e fiscais de tributos estaduais</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-specialquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Nesse tocante, o STF reconheceu a legitimidade da Associação Nacional dos Procuradores de Estado (ANAPE) e da Federação Brasileira de Associações Fiscais de Tributos Estaduais (FEBRAFITE) para propor as ADIs, declarando a pertinência entre as finalidades das entidades e o objeto da ação.</p></blockquote>



<p>No mérito, apontou-se que <strong>a resolução impugnada atuou fora dos limites da capacidade normativa cometida ao Senado Federal pelo art. 52, VII</strong>, da Constituição Federal. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal: <br>VII &#8211; dispor sobre limites globais e condições para as operações de crédito externo e interno da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, de suas autarquias e demais entidades controladas pelo Poder Público federal;</p><cite>cf/88</cite></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-specialquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Para o STF, esse dispositivo constitucional não possibilita a transferência (a instituições financeiras) dos atos tendentes à cobrança da dívida ativa. A cobrança da dívida ativa depende formalmente de definição legal.</p></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Controle de serviços jurídicos da administração pública estadual indireta</strong> </p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=3536&amp;classe=ADI&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">ADI 3536/SC</a></strong> </cite></blockquote>



<p>Nesse julgamento, o STF declarou a inconstitucionalidade de trechos de lei que atribuíam, à Procuradoria Geral do Estado de Santa Catarina a competência para atuar no controle de serviços jurídicos de todas as entidades da Administração Indireta do Estado (incluindo, portanto, empresas públicas e sociedades de economia mista).</p>



<p>Para o Plenário, os referidos dispositivos violam o art. 132 da Constituição Federal, que confere às procuradorias dos estados atribuições para as <strong>atividades de consultoria jurídica e representação judicial das respectivas unidades federadas, mas apenas relativamente à administração pública direta, autárquica e fundacional</strong>. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Art. 132. Os Procuradores dos Estados e do Distrito Federal, organizados em carreira, na qual o ingresso dependerá de concurso público de provas e títulos, com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as suas fases, <strong>exercerão a representação judicial e a consultoria jurídica das respectivas unidades federadas. </strong></p><cite>cf/88</cite></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Competência legislativa e denominação de próprios, vias e logradouros públicos e suas alterações</strong> </p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=1151237&amp;classe=RE&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">RE 1151237/SP</a></strong> </cite></blockquote>



<p>O Plenário deu provimento a recurso para estabelecer leitura conforme à Constituição de dispositivo de lei orgânica municipal. A questão envolve a <strong>denominação de espaços públicos</strong> pelos Poderes Executivo e Legislativo.</p>



<p>Para a Corte, portanto, o dispositivo da lei orgânica debatida deve ser <strong>interpretado de maneira a não excluir a competência administrativa do prefeito e a possibilitar às câmaras municipais, por meio de lei formal, a concretização da memorização da história e da proteção do patrimônio cultural imaterial do município, que é assunto de interesse local</strong>. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Primeira Turma</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Crime de estupro e “beijo lascivo”</strong> </p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=134591&amp;classe=HC&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">HC 134591/SP</a></strong> </cite></blockquote>



<p>No julgamento de habeas corpus, a Turma entendeu inviável a desclassificação do delito de estupro de vulnerável para a contravenção de molestamento. O ato praticado pelo paciente era um beijo lascivo. </p>



<p>Para alcançar a conclusão, o colegiado apontou que houve conotação sexual e abuso de confiança para a prática de ato sexual, cometido contra uma criança de cinco anos. Assim, não há como desclassificar a conduta do paciente para a contravenção de molestamento — que não detém essa conotação. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Art. 217-A.  Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos:<br>Pena &#8211; reclusão, de 8 (oito) a 15 (quinze) anos. </p><cite><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del2848compilado.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Código penal (abre numa nova aba)">Código penal</a></cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF – Informativo nº 953 comentado</title>
		<link>https://indexjuridico.com/stf-informativo-no-953-comentado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2019 22:25:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos (STF)]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[STF – Informativo nº 953 comentado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Plenário</strong><br>&#8211; Delatado e direito de falar por último<br>&#8211; Servidor Público: Reajuste de vencimentos e dever estatal de indenização – 6<br>&#8211; Relações concomitantes e direito a pensão previdenciária<br><br><strong>1ª Turma</strong><br>&#8211; Prisão preventiva e mãe de criança<br>&#8211; Perito papiloscopista e licitude de laudo</p><cite><a href="http://www.stf.jus.br//arquivo/informativo/documento/informativo953.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Informativo nº 953 - stf (abre numa nova aba)">Informativo nº 953 &#8211; stf</a></cite></blockquote>



<span id="more-1096"></span>



<h2 class="wp-block-heading">Plenário</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Delatado e direito de falar por último</strong> </p><cite><strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=166373&amp;classe=HC&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">HC 166373/PR</a></strong> </cite></blockquote>



<p>Julgamento suspenso.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Servidor Público: Reajuste de vencimentos e dever estatal de indenização</strong> </p><cite><strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)" href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=565089&amp;classe=RE&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank">RE 565089/SP</a></strong> </cite></blockquote>



<p>Decidiu o Plenário que <strong>o não encaminhamento de projeto de lei de revisão anual dos vencimentos dos servidores públicos, previsto no inciso X do art. 37 da CF/1988, não gera direito subjetivo a indenização</strong>. Deve o Poder Executivo, no entanto, se pronunciar, de forma fundamentada, acerca das razões pelas quais não propôs a revisão. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Relações concomitantes e direito a pensão previdenciária</strong> </p><cite><strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=1045273&amp;classe=RE&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">RE 1045273/SE</a></strong> </cite></blockquote>



<p>Julgamento suspenso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Primeira Turma</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Prisão preventiva e mãe de criança</strong> </p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=168900&amp;classe=HC&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">HC 168900/MG</a></strong></cite></blockquote>



<p>A Primeira Turma denegou a ordem em <em>habeas corpus</em> impetrado em favor de presa preventivamente pela suposta prática dos crimes de associação criminosa, posse irregular de arma de fogo de uso permitido e posse irregular de arma de fogo de uso restrito. O órgão entendeu que houve motivação idônea para a segregação cautelar e que <strong>o mero fato de a investigada ser mãe não é motivo determinante, de forma isolada, para determinar medidas menos brandas do que a prisão preventiva</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Perito papiloscopista e licitude de laudo</strong> </p><cite><strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)" href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=174400&amp;classe=HC&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank">HC 174400 AgR/DF</a></strong> e <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=174400&amp;classe=HC&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">HC 174400</a></strong>.</cite></blockquote>



<p>No julgamento de múltiplos agravos regimentais, a Turma apontou: a) a suficiência de elementos necessários à instauração e desenvolvimento do processo penal; e b) que <strong>o exame de corpo de delito e outras perícias devem ser realizados por perito oficial, portador de diploma de curso superior</strong>.</p>



<p>Em relação à <strong>papiloscopia</strong>, tendo em vista que tal perícia não se encontra mencionada na Lei nº 12.030/2009, não seria possível afirmar, do ponto de vista estritamente formal, que a manifestação técnica produzida pelo Instituto de Identificação da Polícia Civil tenha sido subscrita por perito oficial, nos exatos termos do art. 5º da Lei 12.030/2009. <strong>Nem por isso, contudo, deve ser considerada prova ilícita ou mesmo ser excluída do processo. </strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-specialquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>O interesse do impetrante, neste tocante, era o de reconhecer que estas perícias não seriam oficiais e, portanto, deveriam ser removidas do processo. Como se vê acima, o STF não acolheu a pretensão.</p></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p> Art. 5<sup>o</sup> Observado o disposto na legislação específica de cada ente a que o perito se encontra vinculado, <strong>são peritos de natureza criminal os peritos criminais, peritos médico-legistas e peritos odontolegistas com formação superior específica detalhada em regulamento</strong>, de acordo com a necessidade de cada órgão e por área de atuação profissional.  </p><cite><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/L12030.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="lei nº 12.030/09 (abre numa nova aba)">lei nº 12.030/09</a></cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
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	</channel>
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