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	<title>Julgamentos relevantes &#8211; Index Jurídico</title>
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	<description>Ciências jurídicas e temas correlatos</description>
	<lastBuildDate>Mon, 15 Jan 2024 20:44:31 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Julgamentos relevantes &#8211; Index Jurídico</title>
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	<item>
		<title>Danos morais no transporte aéreo internacional</title>
		<link>https://indexjuridico.com/danos-morais-no-transporte-aereo-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 20:44:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Nas hipóteses de danos morais decorrentes de contrato de transporte aéreo internacional de passageiros, o Código de Defesa do Consumidor prevalece sobre as normas e os tratados internacionais limitadores da responsabilidade das transportadoras aéreas (Convenções de Varsóvia e Montreal).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nas hipóteses de danos morais decorrentes de contrato de transporte aéreo internacional de passageiros, <strong>o Código de Defesa do Consumidor prevalece sobre as normas e os tratados internacionais limitadores da responsabilidade das transportadoras aéreas</strong> (Convenções de Varsóvia e Montreal).</p>



<p>Pelo outro lado, em se tratando de danos materiais, aplicam-se as referidas normas internacionais (<a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=4450343" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ARE 766.618 ED/SP</a>).</p>



<span id="more-1417"></span>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>Art. 178. A lei disporá sobre a ordenação dos transportes aéreo, aquático e terrestre, devendo, quanto à ordenação do transporte internacional, observar os acordos firmados pela União, atendido o princípio da reciprocidade.</p>
<cite>cf88</cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inconstitucionalidade de lei municipal obriga shopping a ter ambulatório médico</title>
		<link>https://indexjuridico.com/inconstitucionalidade-de-lei-municipal-obriga-shopping-a-ter-ambulatorio-medico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 20:36:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1415</guid>

					<description><![CDATA[No julgamento do RE 833.291/SP, o STF declarou a inconstitucionalidade formal e material de lei do município de São Paulo que estabelecia a obrigação de que os shopping centers na circunscrição municipal devessem abrigar ambulatório médico ou unidade de pronto socorro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No julgamento do <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=4623913" target="_blank" rel="noreferrer noopener">RE 833.291/SP</a>, o STF declarou a inconstitucionalidade formal e material de lei do município de São Paulo que estabelecia a obrigação de que os shopping centers na circunscrição municipal devessem abrigar ambulatório médico ou unidade de pronto socorro.</p>



<span id="more-1415"></span>



<p>Para o STF, estaria violada a competência legislativa da União para tratar de Direito Comercial e Direito do Trabalho e também teriam sido violados princípios constitucionais como a livre iniciativa, a proporcionalidade e razoabilidade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:</p>



<p>I &#8211; direito civil, <strong>comercial</strong>, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do <strong>trabalho</strong>;</p>
<cite>cf/88</cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Índice de correção das dívidas fazendárias não tributárias em processos com trânsito em julgado</title>
		<link>https://indexjuridico.com/indice-de-correcao-das-dividas-fazendarias-nao-tributarias-em-processos-com-transito-em-julgado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 20:29:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<category><![CDATA[direito constitucional]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[legislação federal]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1413</guid>

					<description><![CDATA[É aplicável às condenações da Fazenda Pública envolvendo relações jurídicas não tributárias o índice de juros moratórios estabelecido no art. 1º-F da Lei n. 9.494/1997, na redação dada pela Lei n. 11.960/2009, a partir da vigência da referida legislação, mesmo havendo previsão diversa em título executivo judicial transitado em julgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É aplicável às condenações da Fazenda Pública envolvendo relações jurídicas não tributárias o índice de juros moratórios estabelecido no art. 1º-F da Lei n. 9.494/1997, na redação dada pela Lei n. 11.960/2009, a partir da vigência da referida legislação, <strong>mesmo havendo previsão diversa em título executivo judicial transitado em julgado</strong>.</p>



<span id="more-1413"></span>



<p>Essa é a tese fixada pelo STF no <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=6137386" target="_blank" rel="noreferrer noopener">RE 1.317.982/ES</a>, deixando claro que, independentemente de disposição diversa em título judicial, se aplica o art. 1º-F, da Lei nº 9.494/97, nas condenações fazendárias não tributárias. </p>



<p>O raciocínio por trás do julgamento é que as regras de juros e correção são de efeito continuado no tempo, renovando-se a cada mês por força do princípio <em>tempus regit actum.</em></p>



<p>Essa decisão, vale frisar, diz respeito aos períodos anteriores à superveniente vigência da Emenda Constitucional nº 113/2021, que estabeleceu a aplicação da Selic desde sua vigência (9 de dezembro de 2021):</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>Art. 3º Nas discussões e nas condenações que envolvam a Fazenda Pública, independentemente de sua natureza e para fins de atualização monetária, de remuneração do capital e de compensação da mora, inclusive do precatório, haverá a incidência, uma única vez, até o efetivo pagamento, do índice da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), acumulado mensalmente.</p>
<cite><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc113.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ec 113</a></cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Publicação de matéria jornalística e indenização por danos morais</title>
		<link>https://indexjuridico.com/publicacao-de-materia-jornalistica-e-indenizacao-por-danos-morais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 20:20:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1411</guid>

					<description><![CDATA[Ao apreciar o Tema 995, no RE 1.075.412/PE, o Plenário do STF se debruçou sobre a viabilidade de responsabilização civil de veículo jornalístico pelo teor de determinada publicação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ao apreciar o <a href="https://portal.stf.jus.br/jurisprudenciaRepercussao/verAndamentoProcesso.asp?incidente=5263701&amp;numeroProcesso=1075412&amp;classeProcesso=RE&amp;numeroTema=995" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tema 995</a>, no <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=5263701" target="_blank" rel="noreferrer noopener">RE 1.075.412/PE</a>, o Plenário do STF se debruçou sobre a viabilidade de responsabilização civil de veículo jornalístico pelo teor de determinada publicação.</p>



<p>De pontapé, o Tribunal estabeleceu que a liberdade jornalística é acobertada pela Constituição, sendo vedada a censura. Apontou, contudo, que tal liberdade faz parte do binômio liberdade e responsabilidade, devendo o veículo jornalístico atuar com a devida responsabilidade.</p>



<span id="more-1411"></span>



<p>No caso concreto, a Corte fixou a seguinte tese:</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>1. A plena proteção constitucional à liberdade de imprensa é consagrada pelo binômio liberdade com responsabilidade, vedada qualquer espécie de censura prévia. Admite-se a possibilidade posterior de análise e responsabilização, inclusive com remoção de conteúdo, <strong>por informações comprovadamente injuriosas, difamantes, caluniosas, mentirosas, e em relação a eventuais danos materiais e morais</strong>. <br>Isso porque os direitos à honra, intimidade, vida privada e à própria imagem formam a proteção constitucional à dignidade da pessoa humana, salvaguardando um espaço íntimo intransponível por intromissões ilícitas externas. <br><br>2. Na hipótese de publicação de entrevista em que o entrevistado imputa falsamente prática de crime a terceiro, a empresa jornalística somente poderá ser responsabilizada civilmente se: <strong>(i) à época da divulgação, havia indícios concretos da falsidade da imputação; e (ii) o veículo deixou de observar o dever de cuidado na verificação da veracidade dos fatos e na divulgação da existência de tais indícios”</strong></p>
<cite>stf</cite></blockquote>



<p>Segundo os Ministros, a responsabilização dos meios de impressa é excepcional, sendo aplicável<strong> </strong>quando existir <strong>intenção deliberada, má-fé ou grave negligência por parte do veículo jornalístico</strong>, verificada pela falta de dever de cuidado ou cautela mínima de verificar a informação propagandeada. </p>



<p>Verificada tal situação, é possível a responsabilização, que não se confunde com censura nem viola o direito à liberdade de imprensa.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Concurso público e regras que beneficiam natural residente no estado</title>
		<link>https://indexjuridico.com/concurso-publico-e-regras-que-beneficiam-natural-residente-no-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 18:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1409</guid>

					<description><![CDATA[No julgamento da ADI 7.458/PB, o STF se debruçou sobre normas do Estado da Paraíba que beneficiavam os candidatos a concurso público na área da segurança pública que fossem naturais e residentes no referido Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No julgamento da <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=6748048">ADI 7.458/PB</a>, o STF se debruçou sobre normas do Estado da Paraíba que beneficiavam os candidatos a concurso público na área da segurança pública que fossem naturais e residentes no referido Estado.</p>



<span id="more-1409"></span>



<p>Para a Corte, o benefício concedido a tais candidatos seria inconstitucional, por conferir tratamento diferenciado desproporcional, sem amparo em justificativa razoável, contrariando vetores constitucionais como a isonomia e a vedação de tratamento diferenciado baseado em origem nacional.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote">
<p>Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:</p>



<p>IV &#8211; promover o bem de todos, <strong>sem preconceitos de origem</strong>, raça, sexo, cor, idade e <strong>quaisquer outras formas de discriminação</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Art. 5º <strong>Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza</strong>, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, <strong>à igualdade</strong>, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:</p>
<cite>cf/88</cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tabelamento dos valores de indenização por danos extrapatrimoniais na Justiça do Trabalho</title>
		<link>https://indexjuridico.com/tabelamento-dos-valores-de-indenizacao-por-danos-extrapatrimoniais-na-justica-do-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2023 19:57:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1369</guid>

					<description><![CDATA[Na conclusão do julgamento das ADI 6.050/DF, ADI 6.069/DF e ADI 6.082/DF, o Plenário do STF entendeu que o tabelamento trazido no art. 223-G, da CLT, com a Reforma Trabalhista (Lei nº 13.467, de 2017) é constitucional, mas não representa um teto para a definição de condenações por danos extrapatrimoniais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na conclusão do julgamento das <a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=5612680" target="_blank">ADI 6.050/DF,</a> <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=5626228">ADI 6.069/DF</a> e <a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=5640983" target="_blank">ADI 6.082/DF</a>, o Plenário do STF entendeu que o tabelamento trazido no art. 223-G, da CLT, com a Reforma Trabalhista (<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13467.htm#art1" target="_blank">Lei nº 13.467, de 2017</a>) é constitucional, mas não representa um teto para a definição de condenações por danos extrapatrimoniais.</p>



<span id="more-1369"></span>



<p>Segundo os Ministros, o dispositivo legal traz <strong>parâmetros para a fundamentação da decisão judicial</strong>. </p>



<p>Isso se coaduna com a jurisprudência no sentido de que a legislação não pode tarifar prévia e abstratamente as indenizações por danos extrapatrimoniais, subtraindo tal análise concreta do juiz.</p>



<p>Tal dispositivo legal diz:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote">
<p>Art. 223-G.  Ao apreciar o pedido, o juízo considerará:</p>



<p>§ 1<sup>o</sup>  Se julgar procedente o pedido, o juízo fixará a indenização a ser paga, a cada um dos ofendidos, em um dos seguintes parâmetros, vedada a acumulação:    </p>



<p>I &#8211; ofensa de natureza leve, até três vezes o último salário contratual do ofendido;    </p>



<p>II &#8211; ofensa de natureza média, até cinco vezes o último salário contratual do ofendido;    </p>



<p>III &#8211; ofensa de natureza grave, até vinte vezes o último salário contratual do ofendido;    </p>



<p><s><a></a></s>IV &#8211; ofensa de natureza gravíssima, até cinquenta vezes o último salário contratual do ofendido.</p>
<cite><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del5452compilado.htm" data-type="URL" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del5452compilado.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clt</a></cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É devido o pagamento de honorários sucumbenciais à Defensoria Pública</title>
		<link>https://indexjuridico.com/e-devido-o-pagamento-de-honorarios-sucumbenciais-a-defensoria-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2023 19:48:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1367</guid>

					<description><![CDATA[No recente julgamento do RE 1.140.005/RJ, o Plenário do STF decidiu que a Defensoria Pública faz jus a honorários sucumbenciais nas demandas em que atua, mesmo que contra o ente público que ela integra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No recente julgamento do <a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=5487108" target="_blank">RE 1.140.005/RJ</a>, o Plenário do STF decidiu que a Defensoria Pública faz jus a honorários sucumbenciais nas demandas em que atua, mesmo que contra o ente público que ela integra.</p>



<span id="more-1367"></span>



<p>Para os Ministros:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote">
<p>Em razão da autonomia e da relevância institucional das Defensorias Públicas, é constitucional o recebimento de honorários sucumbenciais quando estas representarem o litigante vencedor em demanda ajuizada contra qualquer ente público, ainda que o litígio se dê contra o ente federativo que integram.</p>
<cite><a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=5487108" target="_blank" rel="noreferrer noopener">RE 1.140.005/RJ, relator Ministro Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 23.6.2023</a></cite></blockquote>



<p>Entretanto, tais honorários devem ser destinados ao <strong>aparelhamento das Defensorias Públicas, vedado o seu rateio entre os membros da instituição</strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Implementação de políticas públicas pelo Poder Judiciário para garantir o direito à saúde</title>
		<link>https://indexjuridico.com/implementacao-de-politicas-publicas-pelo-poder-judiciario-para-garantir-o-direito-a-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jul 2023 20:46:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1365</guid>

					<description><![CDATA[No julgamento do RE 684.612/RJ, o STF reiterou sua jurisprudência pacífica no sentido de que na hipótese de ausência ou deficiência grave do serviço, a intervenção do Poder Judiciário em políticas públicas voltadas à realização de direitos fundamentais não viola o princípio da separação dos Poderes (CF/1988, art. 2º).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>No julgamento do <a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=4237089" target="_blank">RE 684.612/RJ</a>, o STF reiterou sua jurisprudência pacífica no sentido de que <strong>na hipótese de ausência ou deficiência grave do serviço, a intervenção do Poder Judiciário em políticas públicas voltadas à realização de direitos fundamentais não viola o princípio da separação dos Poderes (CF/1988, art. 2º).</strong></p>



<span id="more-1365"></span>



<p>Nesses casos, <strong> deve a atuação judicial, via de regra, indicar as finalidades pretendidas e impor à Administração Pública a apresentação dos meios adequados para alcançá-las.</strong></p>



<p>A tese fixada, no recurso, foi a seguinte:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote">
<p>1. A intervenção do Poder Judiciário em políticas públicas voltadas à realização de direitos fundamentais, em caso de ausência ou deficiência grave do serviço, não viola o princípio da separação dos Poderes. </p>



<p>2. A decisão judicial, como regra, em lugar de determinar medidas pontuais, deve apontar as finalidades a serem alcançadas e determinar à Administração Pública que apresente um plano e/ou os meios adequados para alcançar o resultado; </p>



<p>3. No caso de serviços de saúde, o déficit de profissionais pode ser suprido por concurso público ou, por exemplo, pelo remanejamento de recursos humanos e pela contratação de organizações sociais (OS) e organizações da sociedade civil de interesse público (OSCIP).</p>
<cite>stf &#8211; <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=4237089" target="_blank" rel="noreferrer noopener">RE 684.612/RJ</a></cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aos servidores públicos estaduais e municipais que sejam pais de pessoas com deficiência é garantida a jornada reduzida prevista na legislação federal</title>
		<link>https://indexjuridico.com/aos-servidores-publicos-estaduais-e-municipais-que-sejam-pais-de-pessoas-com-deficiencia-e-garantida-a-jornada-reduzida-prevista-na-legislacao-federal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Apr 2023 16:40:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<category><![CDATA[direito administrativo]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1350</guid>

					<description><![CDATA[No julgamento do RE 1.237.867/SP (Informativo nº 1.080), o STF decidiu que aos servidores públicos estaduais e municipais é aplicado, para todos os efeitos, o art. 98, § 2° e § 3°, da Lei 8.112/1990. Trata-se de norma federal que diz: Art. 98. Será concedido horário especial ao servidor estudante, quando comprovada a incompatibilidade entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>No julgamento do <a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=5785185" target="_blank">RE 1.237.867/SP</a> (Informativo nº 1.080), o STF decidiu que <strong>aos servidores públicos estaduais e municipais é aplicado, para todos os efeitos, o art. 98, § 2° e § 3°, da Lei 8.112/1990</strong>.</p>



<span id="more-1350"></span>



<p>Trata-se de norma federal que diz:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote">
<p>Art. 98. Será concedido horário especial ao servidor estudante, quando comprovada a incompatibilidade entre o horário escolar e o da repartição, sem prejuízo do exercício do cargo.</p>



<p>§2º Também será concedido horário especial ao servidor portador de deficiência, quando comprovada a necessidade por junta médica oficial, independentemente de compensação de horário.</p>



<p>§3º As disposições constantes do § 2o são extensivas ao servidor que tenha cônjuge, filho ou dependente com deficiência.</p>
<cite>Lei nº 8.112/90</cite></blockquote>



<p>O STF, assim, verificando o bloco de constitucionalidade que preza pelo  acompanhamento familiar para o desenvolvimento e a inclusão das pessoas  com deficiência, decidiu, por analogia, que a norma federal é aplicável  ao âmbito estadual e municipal. </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É aplicável o CDC para danos extrapatrimoniais decorrentes de contrato de transporte aéreo internacional</title>
		<link>https://indexjuridico.com/e-aplicavel-o-cdc-para-danos-extrapatrimoniais-decorrentes-de-contrato-de-transporte-aereo-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Apr 2023 16:36:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1328</guid>

					<description><![CDATA[No julgamento do RE 1.394.401/SP, o STF decidiu que a incidência das normas previstas nas Convenções internacionais de Varsóvia e de Montreal restringe-se às hipóteses de indenização por danos materiais nos contratos de transporte aéreo internacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No julgamento do <a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=6450365" target="_blank">RE 1.394.401/SP</a>, o STF decidiu que a incidência das normas previstas nas Convenções internacionais de Varsóvia e de Montreal restringe-se às hipóteses de indenização por danos materiais nos contratos de transporte aéreo internacional.</p>



<span id="more-1328"></span>



<p>Dessa forma, prejuízos da ordem extrapatrimonial não ficam sujeitos às referidas normas internacionais, sendo aplicável o Código de Defesa do Consumidor.</p>



<p>Fixou-se, assim, a seguinte tese:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote">
<p>Não se aplicam as Convenções de Varsóvia e Montreal às hipóteses de danos extrapatrimoniais decorrentes de contrato de transporte aéreo internacional.</p>
<cite>stf – <a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=6450365" target="_blank">RE 1.394.401/SP</a></cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
