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	<title>bancário &#8211; Index Jurídico</title>
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	<description>Ciências jurídicas e temas correlatos</description>
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	<title>bancário &#8211; Index Jurídico</title>
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		<title>STJ – Súmula nº 638 comentada</title>
		<link>https://indexjuridico.com/stj-sumula-no-638-comentada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 13:11:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Súmulas (STJ)]]></category>
		<category><![CDATA[bancário]]></category>
		<category><![CDATA[direito civil]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
		<category><![CDATA[súmula]]></category>
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					<description><![CDATA[A Súmula nº 638, do Superior Tribunal de Justiça, foi publicada em 2 de dezembro de 2019, após apreciação pela Segunda Seção do Tribunal no dia 27 de novembro de 2019: É abusiva a cláusula contratual que restringe a responsabilidade de instituição financeira pelos danos decorrentes de roubo, furto ou extravio de bem entregue em garantia no âmbito de contrato de penhor civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p> A <strong>Súmula nº 638</strong>, do Superior Tribunal de Justiça, foi publicada em 2 de dezembro de 2019, após apreciação pela <strong>Segunda Seção</strong> do Tribunal no dia 27 de novembro de 2019:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote"><p>É abusiva a cláusula contratual que restringe a responsabilidade de instituição financeira pelos danos decorrentes de roubo, furto ou extravio de bem entregue em garantia no âmbito de contrato de penhor civil.</p><cite> SÚMULA Nº 638 – STJ </cite></blockquote>



<span id="more-1176"></span>



<p>O teor do enunciado explicita a visão da corte sobre <strong>cláusulas contratuais que restringem a responsabilidade de instituições financeiras pelos bens entregues em garantia no âmbito do penhor civil</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-specialquote"><p>Lembre-se que o penhor é um contrato típico e usualmente acessório de um outro negócio jurídico, funcionando por meio da transferência da posse de um bem ao credor pignoratício (pignoratício é algo relativo ao penhor) com fim de garantia da obrigação.</p></blockquote>



<p>Ou seja, se o indivíduo empenha um bem junto à instituição financeira, esta não pode restringir sua responsabilidade caso esse bem venha a ser roubado, furtado ou extraviado, enquanto estiver sob cuidado da instituição.</p>



<p>Esse entendimento reforça a visão já assentada de que <strong>as instituições financeiras se submetem ao Código de Defesa do Consumidor</strong> (CDC) nas suas relações com os usuários de seus serviços (que é o que o STJ diz na sua <strong>Súmula nº 297</strong>).</p>



<p>Assim, segundo o CDC:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote"><p>Art. 51. <strong>São nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que</strong>:<br>I &#8211; <strong>impossibilitem, exonerem ou atenuem a responsabilidade do fornecedor por vícios de qualquer natureza dos produtos e serviços ou impliquem renúncia ou disposição de direitos</strong>. Nas relações de consumo entre o fornecedor e o consumidor pessoa jurídica, a indenização poderá ser limitada, em situações justificáveis;</p><cite>lei nº 8.078/90 (código de defesa do consumidor)</cite></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-specialquote"><p>Para fins de exemplificação, observe o que houve no REsp 1.227.909/PR: </p><p>Durante o roubo de agência da CEF, foram levadas joias da autora. O contrato de penhor previa que o valor do item seria de 1,5x o valor de avaliação (que nem sempre é o valor atual de mercado, principalmente se a avaliação se deu em interesse do banco). </p><p>O STJ decidiu que essa cláusula era nula, por ser abusiva, e que o valor da indenização deveria ser integral, avaliando-se o valor do bem que estava sob custódia do banco com base no seu valor atual de mercado.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
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