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	<title>direito processual penal &#8211; Index Jurídico</title>
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	<description>Ciências jurídicas e temas correlatos</description>
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	<title>direito processual penal &#8211; Index Jurídico</title>
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		<title>STJ – Súmula nº 639 comentada</title>
		<link>https://indexjuridico.com/stj-sumula-no-639-comentada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2020 18:16:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Súmulas (STJ)]]></category>
		<category><![CDATA[direito processual penal]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
		<category><![CDATA[súmula]]></category>
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					<description><![CDATA[Não fere o contraditório e o devido processo decisão que, sem ouvida prévia da defesa, determine transferência ou permanência de custodiado em estabelecimento penitenciário federal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p> A <strong>Súmula nº 639</strong>, do Superior Tribunal de Justiça, foi publicada em 2 de dezembro de 2019, após apreciação pela <strong>Terceira Seção</strong> do Tribunal no dia 27 de novembro de 2019: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote"><p>Não fere o contraditório e o devido processo decisão que, sem ouvida prévia da defesa, determine transferência ou permanência de custodiado em estabelecimento penitenciário federal.</p></blockquote>



<span id="more-1191"></span>



<p>A súmula, que consolida o entendimento reiterado do STJ em diversos casos, informa que a movimentação do detento para estabelecimento penitenciário federal independe de oitiva prévia da defesa do preso.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-specialquote"><p>Um dos precedentes do entendimento é o Recurso Especial nº  1.732.152, no qual se reconheceu a licitude da transferência temporária de um detento da prisão de Parnamirim/RN para a penitenciária federal em Mossoró/RN, tendo em vista o papel de liderança do referido custodiado em organizações criminosas.</p></blockquote>



<p>Uma das normas que respalda tais movimentações é o Decreto nº 6.877/09, que regulamenta a Lei n<sup>o</sup> 11.671/08 (que dispõe sobre a inclusão de presos em estabelecimentos penais federais de segurança máxima ou a sua transferência). </p>



<p>Por força dessas normas, o requerimento formulado com uma motivação idônea já abre espaço para a análise da movimentação. Entre os motivos exemplificados pelo STJ em seus precedentes, observam-se situações como a necessidade de rodízio dos custodiados, motivos de segurança pública e a periculosidade em concreto do detento.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STJ – Súmula nº 636 comentada</title>
		<link>https://indexjuridico.com/stj-sumula-no-636-comentada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2019 17:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Súmulas (STJ)]]></category>
		<category><![CDATA[direito penal]]></category>
		<category><![CDATA[direito processual penal]]></category>
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					<description><![CDATA[ A Súmula nº 636, do Superior Tribunal de Justiça, foi publicada em 27 de junho de 2019, após julgamento pela Terceira Seção do Tribunal no dia 26 do mesmo mês:  A folha de antecedentes criminais é documento suficiente a comprovar os maus antecedentes e a reincidência. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p> A&nbsp;<strong>Súmula nº 636</strong>, do Superior Tribunal de Justiça, foi publicada em 27 de junho de 2019, após julgamento pela&nbsp;<strong>Terceira Seção</strong>&nbsp;do Tribunal no dia 26 do mesmo mês:  </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote"><p>A folha de antecedentes criminais é documento suficiente a comprovar os maus antecedentes e a reincidência. </p><cite><a href="https://scon.stj.jus.br/SCON/sumulas/doc.jsp?livre=@num=%27636%27" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="stj (abre numa nova aba)">stj</a></cite></blockquote>



<span id="more-1003"></span>



<p>O enunciado consagra a jurisprudência pacífica do STJ sobre <strong>a prova da existência</strong> de maus antecedentes e de reincidência. Nesse contexto, a folha de antecedentes é documento suficiente, não sendo necessária a certidão cartorária.</p>



<p>Os maus antecedentes são observados na primeira fase da dosimetria penal (fixação da pena-base):</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote"><p>Art. 59 &#8211; O juiz, atendendo à culpabilidade, <strong>aos antecedentes</strong>, à conduta social, à personalidade do agente, aos motivos, às circunstâncias e conseqüências do crime, bem como ao comportamento da vítima, estabelecerá, conforme seja necessário e suficiente para reprovação e prevenção do crime:</p><cite><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del2848compilado.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="código penal (abre numa nova aba)">código penal</a></cite></blockquote>



<p>A reincidência, a seu turno, é uma circunstância agravante genérica, computada na segunda fase da dosimetria penal (fixação da pena-intermediária):</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote"><p>Art. 61 &#8211; São circunstâncias que sempre agravam a pena, quando não constituem ou qualificam o crime:<br>I &#8211; a reincidência;&nbsp; </p><cite> <a rel="noreferrer noopener" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del2848compilado.htm" target="_blank">CÓDIGO PENAL</a> </cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lei nº 13.836/19 &#8211; Informação sobre deficiência na denúncia de violência doméstica</title>
		<link>https://indexjuridico.com/lei-no-13-836-19-informacao-sobre-deficiencia-na-denuncia-de-violencia-domestica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2019 13:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovações legislativas de 2019]]></category>
		<category><![CDATA[direito processual penal]]></category>
		<category><![CDATA[legislação federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Lei nº 13.836 foi publicada no Diário Oficial da União em 5 de junho de 2019, entrando em vigor na mesma ocasião. O diploma traz uma modificação na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/06) no que diz respeito às informações presentes no pedido da parte ofendida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Lei nº 13.836 foi publicada no Diário Oficial da União em 5 de junho de 2019, entrando em vigor na mesma ocasião. O diploma traz uma modificação na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/06) no que diz respeito às informações presentes no pedido da parte ofendida.</p>



<p>Nos termos do novo diploma federal, o pedido da parte ofendida perante a autoridade policial deverá <strong>informar sobre a condição de a ofendida ser pessoa com deficiência e se da violência sofrida resultou deficiência ou agravamento de deficiência preexistente. </strong></p>



<span id="more-992"></span>



<p>Dessa forma, o art. 12, da Lei nº 11.340/06, passa a ter a seguinte redação:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote"><p>Art. 12. Em todos os casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, feito o registro da ocorrência, deverá a autoridade policial adotar, de imediato, os seguintes procedimentos, sem prejuízo daqueles previstos no Código de Processo Penal:<br>I &#8211; ouvir a ofendida, lavrar o boletim de ocorrência e tomar a representação a termo, se apresentada;<br>II &#8211; colher todas as provas que servirem para o esclarecimento do fato e de suas circunstâncias;<br>III &#8211; remeter, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, expediente apartado ao juiz com o pedido da ofendida, para a concessão de medidas protetivas de urgência;<br>IV &#8211; determinar que se proceda ao exame de corpo de delito da ofendida e requisitar outros exames periciais necessários;<br>V &#8211; ouvir o agressor e as testemunhas;<br>VI &#8211; ordenar a identificação do agressor e fazer juntar aos autos sua folha de antecedentes criminais, indicando a existência de mandado de prisão ou registro de outras ocorrências policiais contra ele;<br>VII &#8211; remeter, no prazo legal, os autos do inquérito policial ao juiz e ao Ministério Público.<br><br>§ 1º O pedido da ofendida será tomado a termo pela autoridade policial e deverá conter:<br>I &#8211; qualificação da ofendida e do agressor;<br>II &#8211; nome e idade dos dependentes;<br>III &#8211; descrição sucinta do fato e das medidas protetivas solicitadas pela ofendida.<br><strong>IV &#8211; informação sobre a condição de a ofendida ser pessoa com deficiência e se da violência sofrida resultou deficiência ou agravamento de deficiência preexistente.</strong><br>§ 2º A autoridade policial deverá anexar ao documento referido no § 1º o boletim de ocorrência e cópia de todos os documentos disponíveis em posse da ofendida.<br>§ 3º Serão admitidos como meios de prova os laudos ou prontuários médicos fornecidos por hospitais e postos de saúde. </p><cite><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11340.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Lei maria da penha (abre numa nova aba)">Lei maria da penha</a></cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lei nº 13.769/18 &#8211; Substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar da mulher gestante</title>
		<link>https://indexjuridico.com/lei-no-13-769-18-substituicao-da-prisao-preventiva-por-prisao-domiciliar-da-mulher-gestante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Apr 2019 14:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovações legislativas de 2018]]></category>
		<category><![CDATA[direito processual penal]]></category>
		<category><![CDATA[execução penal]]></category>
		<category><![CDATA[legislação federal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=906</guid>

					<description><![CDATA[Lei nº 13.769/18 - Substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar da mulher gestante]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)" href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%2013.769-2018?OpenDocument" target="_blank">Lei nº 13.769, de 19 de dezembro de 2018</a></strong>, estabelece a <strong>substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar da mulher gestante ou que for mãe ou responsável por crianças ou pessoas com deficiência</strong> e também disciplina o <strong>regime de cumprimento de pena privativa de liberdade de condenadas na mesma situação</strong>.</p>



<p>No caso da prisão preventiva, será viabilizada a prisão domiciliar nas condições elencadas na lei:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote"><p>Art. 318-A.  A prisão preventiva imposta à mulher gestante ou que for mãe ou responsável por crianças ou pessoas com deficiência será substituída por prisão domiciliar, desde que:<br>I &#8211; não tenha cometido crime com violência ou grave ameaça a pessoa;<br>II &#8211; não tenha cometido o crime contra seu filho ou dependente. </p><p> <br>Art. 318-B.  A substituição de que tratam os arts. 318 e 318-A poderá ser efetuada sem prejuízo da aplicação concomitante das medidas alternativas previstas no art. 319 deste Código. </p><cite>Código de processo penal</cite></blockquote>



<p>A prisão domiciliar poderá ser acompanhada de outras medidas cautelares, como a monitoração eletrônica e o comparecimento em Juízo.</p>



<p>No que diz respeito à execução da condenação, a lei traz outras previsões, <strong>atribuindo ao DEPEN o acompanhamento das presas gestantes</strong>, mães ou  responsáveis por crianças ou pessoas com deficiência, visando célere ressocialização e análise da necessidade de regime fechado.</p>



<p>Os critérios para <strong>progressão </strong>passam a ser regidos da seguinte forma para as mulheres que se encontrem nas condições já indicadas:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote"><p>Art. 112</p><p>§ 3º No caso de mulher gestante ou que for mãe ou responsável por crianças ou pessoas com deficiência, os requisitos para progressão de regime são, cumulativamente:<br>I &#8211; não ter cometido crime com violência ou grave ameaça a pessoa;<br>II &#8211; não ter cometido o crime contra seu filho ou dependente;<br>III &#8211; ter cumprido ao menos 1/8 (um oitavo) da pena no regime anterior;<br>IV &#8211; ser primária e ter bom comportamento carcerário, comprovado pelo diretor do estabelecimento;<br>V &#8211; não ter integrado organização criminosa.</p><cite>lei de execução penal</cite></blockquote>



<p></p>
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