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	<title>direito tributário &#8211; Index Jurídico</title>
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	<description>Ciências jurídicas e temas correlatos</description>
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	<title>direito tributário &#8211; Index Jurídico</title>
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	<item>
		<title>STF decide pela relativização da coisa julgada em matéria tributária de relação continuada</title>
		<link>https://indexjuridico.com/stf-decide-pela-relativizacao-da-coisa-julgada-em-materia-tributaria-de-relacao-continuada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Apr 2023 16:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[No recente julgamento dos RE 955.227/BA e RE 949.297/CE, o STF decidiu que o trânsito em julgado de decisões relativas a uma relação tributária de cunho continuado pode ser relativizado por decisões supervenientes do STF em âmbito de controle concentrado ou recurso extraordinário com repercussão geral reconhecida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No recente julgamento dos <a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=4945134" target="_blank">RE 955.227/BA</a> e <a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=4930112" target="_blank">RE 949.297/CE</a>, o STF decidiu que o trânsito em julgado de decisões relativas a uma relação tributária de cunho continuado pode ser relativizado por decisões supervenientes do STF em âmbito de controle concentrado ou recurso extraordinário com repercussão geral reconhecida.</p>



<span id="more-1322"></span>



<p>Ou seja, o trânsito em julgado de uma decisão que rege determinada relação tributária não é imutável ou eterno, podendo ser relativizado em reapreciação da matéria pelo STF em controle concentrado ou RE.</p>



<p>De qualquer forma, hão de ser respeitados a <strong>irretroatividade</strong>, a <strong>anterioridade anual </strong>e a <strong>noventena </strong>ou a <strong>anterioridade nonagesimal</strong>, conforme a natureza do tributo.</p>



<p>Consagrou a Corte:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote">
<p><strong>A coisa julgada não pode servir como salvo conduto imutável a fim de ser oponível eternamente pelo jurisdicionado somente porque lhe é benéfica</strong>, de modo que, uma vez modificado o contexto fático e jurídico — com o pronunciamento desta Corte em repercussão geral ou em controle concentrado — os efeitos das decisões transitadas em julgado em relações de trato continuado devem se adaptar, aplicando-se a lógica da cláusula <em>rebus sic stantibus.</em></p>
<cite><a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=4945134" target="_blank">RE 955.227/BA</a></cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caráter confiscatório e não retributivo de taxa sobre recursos hídricos (ADI 6211/AP)</title>
		<link>https://indexjuridico.com/carater-confiscatorio-e-nao-retributivo-de-taxa-sobre-recursos-hidricos-adi-6211-ap/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2020 14:09:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[No julgamento da ADI 6211/AP, com relatoria do Ministro Marco Aurélio (Informativo nº 962), o Plenário do Supremo Tribunal Federal reconheceu a inconstitucionalidade do estabelecimento da "Taxa de Controle, Acompanhamento e Fiscalização das Atividades de Exploração e Aproveitamento de Recursos Hídricos – TFRH" no Estado do Amapá.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No julgamento da <a rel="noreferrer noopener" aria-label="ADI 6211/AP (abre numa nova aba)" href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=6211&amp;classe=ADI&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank">ADI 6211/AP</a>, com relatoria do Ministro Marco Aurélio (<a rel="noreferrer noopener" aria-label="Informativo nº 962 (abre numa nova aba)" href="https://indexjuridico.com/stf-informativo-no-962-comentado/" target="_blank">Informativo nº 962</a>), o Plenário do Supremo Tribunal Federal reconheceu a inconstitucionalidade do estabelecimento da &#8220;Taxa de Controle, Acompanhamento e Fiscalização das Atividades de Exploração e Aproveitamento de Recursos Hídricos – TFRH&#8221; no Estado do Amapá.</p>



<span id="more-1199"></span>



<p>A atribuição da inconstitucionalidade não deriva da essência da taxa em si, mas de circunstâncias que envolvem sua aplicação.</p>



<p>Como destacou a Corte, taxas são tributos com natureza <em>contraprestacional</em>, de índole <em>retributiva</em>. Ou seja, paga-se pela disponibilização de um serviço público ou exercício regular do poder de polícia, de forma individualizada perante o contribuinte:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote"><p>Art. 77. As taxas cobradas pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, <strong>têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia, ou a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição</strong>. </p><cite><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Código Tributário Nacional</a></cite></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote"><p>A taxa possui caráter contraprestacional e sinalagmático: atrelando-se à execução efetiva ou potencial de um serviço público específico e divisível ou ao exercício regular do poder de polícia. O valor do tributo deve refletir, nos limites do razoável, o custeio da atividade estatal de que decorre. </p><cite> <strong><a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=6211&amp;classe=ADI&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">ADI 6211/AP</a></strong> </cite></blockquote>



<p>No caso concreto, contudo, logo percebeu-se que essa característica intrínseca a tal espécie tributária não estava sendo atendida. Segundo comprovado na ação, o valor esperado da exação em muito superaria todo o orçamento destinado, por exemplo, à Secretaria de Estado do Meio Ambiente. </p>



<p>Diante da evidente desproporção, concluíram os Ministros que o intuito precípuo da referida taxa seria arrecadatório, situação reforçada pelo fato de que 70% das receitas seriam destinadas aos cofres gerais do Estado. </p>



<p>Esta grande desproporção, ademais, permitiria concluir que a referida taxa, por muito exceder a retribuição proporcional pelo exercício do poder de polícia em concreto, seria confiscatória, violando a Constituição:</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:</p><p>IV &#8211; utilizar tributo com efeito de confisco;</p><cite><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Constituição Federal (abre numa nova aba)">Constituição Federal</a></cite></blockquote>
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