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	<title>filosofia do direito &#8211; Index Jurídico</title>
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	<description>Ciências jurídicas e temas correlatos</description>
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	<title>filosofia do direito &#8211; Index Jurídico</title>
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		<title>O que é a Teoria Egológica do Direito?</title>
		<link>https://indexjuridico.com/o-que-e-a-teoria-egologica-do-direito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Apr 2022 18:55:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia do Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Questionamentos jurídicos]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia do direito]]></category>
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					<description><![CDATA[No âmbito da filosofia do Direito, têm relevo as ideias propostas pelo argentino Carlos Cossio, cuja principal contribuição é a teoria egológica do Direito. Tal visão sobre o Direito é melhor compreendida quando confrontada com as ideias de Hans Kelsen, de quem Cossio foi aluno, tendo em vista que as bases da teoria egológica confrontam as da teoria pura. ]]></description>
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<p>No âmbito da filosofia do Direito, têm relevo as ideias propostas pelo argentino <strong>Carlos Cossio</strong>, cuja principal contribuição é a teoria egológica do Direito.</p>



<p>Tal visão sobre o Direito é melhor compreendida quando confrontada com as ideias de Hans Kelsen, de quem Cossio foi aluno, tendo em vista que as bases da teoria egológica confrontam as da teoria pura. </p>



<span id="more-1127"></span>



<p>Na teoria egológica de Cossio, a conduta humana é o ponto de partida do estudo do Direito, é o átomo básico deste estudo. A norma jurídica seria apenas uma representação desse agir humano. É a vida humana em exercício, a atuação dos sujeitos, o ego, que fomenta a base e o nome da teoria egológica. </p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>A grande contribuição que a teoria egológica traz ao estudo do Direito  é a nova forma de olhar a norma, que deixa de ser o principal elemento da  ciência jurídica e transforma-se em seu principal meio de conhecimento. Mais  importante que a própria norma é a conduta humana e a interação do ego em sociedade, sendo que uma de suas projeções é o “dever-ser”.<br> Assim, a norma é a via pela qual o jurista toma conhecimento da conduta  humana, esta sim o verdadeiro substrato no qual se erige o Direito.</p><cite>BITTAR; ALMEIDA, 2015, p. 452.</cite></blockquote>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Referências</h2>



<p>Bittar, Eduardo Carlos Bianca; ALMEIDA, Guilherme Assis de. <em>Curso de</em> <em>Filosofia do Direito</em>. São Paulo: Atlas, 2015.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Qual a diferença entre Direito e Moral?</title>
		<link>https://indexjuridico.com/qual-a-diferenca-entre-direito-e-moral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2019 19:55:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia do Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Questionamentos jurídicos]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia do direito]]></category>
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					<description><![CDATA[Direito e Moral são duas disciplinas que têm pretensões deontológicas (estudo das regras de "dever ser"), ou seja, que estipulam parâmetros para a praxe humana, apontando um ideal de conduta a ser seguido. Tais figuras, contudo, divergem drasticamente em suas características.]]></description>
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<p>Direito e Moral são duas disciplinas que têm pretensões deontológicas (estudo das regras de &#8220;dever ser&#8221;), ou seja, que estipulam parâmetros para a praxe humana, apontando um ideal de conduta a ser seguido. Tais figuras, contudo, divergem drasticamente em suas características.</p>



<span id="more-1129"></span>



<p>A Moral é o conjunto de normas sociais decorrentes de uma cultura própria, de convenções sociais e de parâmetros costumeiros consolidados pela convivência de uma sociedade, estando em constante evolução orgânica. São normas que partem dos próprios grupos de indivíduos e se irradiam no seu meio (autonomia ou espontaneidade).</p>



<p>As normas estabelecidas pela Moral, contudo, não são cogentes ou vinculantes, expondo seu ferimento à censura pelos indivíduos do corpo social. Não é possível forçar seu cumprimento ou impor sanções (coercibilidade).</p>



<p>A seu turno, as normas do Direito são cogentes, coercitivas e heterônomas e bilaterais:</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>Heteronomia,  coercibilidade e bilateralidade seriam as notas essenciais do Direito,  porque as obrigações jurídicas formulam-se da comunidade para o indivíduo,  e não o contrário, porque o descumprimento de comandos jurídicos pode ter  como modo a aplicação de sanções, e mesmo o exercício do comando jurídico  sob a força física, uma vez que o Estado monopoliza a violência, e, por fim,  porque as relações jurídicas pressupõem ao menos a interação de dois sujeitos  para existir e serem cumpridas. Unilateralidade, incoercibilidade e autonomia  seriam as notas essenciais da moral, significando exatamente o oposto do indicado  anteriormente como características do Direito.</p><cite> BITTAR; ALMEIDA, 2015, p. 591</cite></blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Referências</h2>



<p>Bittar, Eduardo Carlos Bianca; ALMEIDA, Guilherme Assis de. Curso de <em>Filosofia do Direito</em>. São Paulo: Atlas, 2015.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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