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	<title>restrição de direitos &#8211; Index Jurídico</title>
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	<description>Ciências jurídicas e temas correlatos</description>
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		<title>Art. 32 &#8211; Das espécies das penas no Código Penal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jan 2019 15:11:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Parte geral]]></category>
		<category><![CDATA[Título V - Das penas]]></category>
		<category><![CDATA[multa]]></category>
		<category><![CDATA[penas]]></category>
		<category><![CDATA[restrição de direitos]]></category>
		<category><![CDATA[restrição de liberdade]]></category>
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					<description><![CDATA[A pena é um instituto jurídico que tem raízes na política criminal, na sociologia criminal e na criminalística.  Com a reforma de 1984, o Código Penal passa a elencar três espécies de penalidades ao fato criminoso: a privação da liberdade, a restrição de direitos e a multa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote"><p><strong>Das espécies das penas</strong></p><p>Art. 32 &#8211; As penas são:<br>I &#8211; privativas de liberdade;<br>II &#8211; restritivas de direitos;<br>III &#8211; de multa. </p></blockquote>



<p>A <strong>pena </strong>é um instituto jurídico que tem raízes na política criminal, na sociologia criminal e na criminalística. </p>



<p>Com a reforma de 1984, o Código Penal passa a elencar três espécies de penalidades ao fato criminoso: a <strong>privação da liberdade</strong>, a <strong>restrição de direitos</strong> e a <strong>multa</strong>.</p>



<p>Tais modalidades são melhor estudadas nos artigos seguintes, mas de forma geral representam vertentes de consolidação do <em>ius puniendi</em>, com uma certa gradação: restringe-se a liberdade de ir e vir (privação de liberdade), restringem-se direitos do indivíduo (restritivas de liberdade) e impõe-se o pagamento de multa pecuniária ao criminoso. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-specialquote"><p>As espécies de pena previstas no Código, juntamente com outras modalidades previstas na legislação especial, representam um atual estágio da discplina punitiva que se afasta da clássica retribuição e vingança e passa a um viés humanístico ressocializador, influenciado por juristas como Cesare Beccaria. </p></blockquote>



<p>De uma forma geral, são preponderantes as teorias que conferem à pena uma <strong>função misto ou sincrética</strong>, exercendo papel de <strong>retribuição</strong>, <strong>prevenção </strong>e <strong>ressocialização</strong>. </p>



<p>O interesse da <strong>retribuição </strong>é o da punição pelo simples descumprimento da norma, como ímpeto de justiça e reação ao injusto. Não prevalece a noção de simples vingança dos primórdios, mas sim o de resposta à violação do tecido social.</p>



<p>O interesse de <strong>prevenção </strong>busca evitar novos crimes, seja pelos demais membros da sociedade ou pelo próprio apenado:</p>



<ul><li><strong>Prevenção geral</strong>: a pena serve como um desestímulo à sociedade como um todo, desencentivando o crime a todos.</li><li><strong>Prevenção específica</strong>: a pena serve como um desestímulo ao apenado, buscando convencê-lo a não retornar ao crime. </li></ul>



<p>Por fim, o interesse <strong>ressocializador ou reeducador</strong> vê na pena um mecanismo de melhoria do sujeito, buscando reeducá-lo para uma sadia convivência social.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>De qualquer forma, é indiscutível que a própria pena não é mais concebida como simples retribuição, mas como útil instrumento de defesa social contra determinados delinquentes, e que vai diminuindo, cada vez mais, sua importancia e sua esfera de ação. </p><p>Daí o crescente prestígio e a generalizada difusão das medidas preventivas e das medidas de segurança.</p><cite>lyra, 1958, p. 49.</cite></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading">Referências</h3>



<p>LYRA, Roberto. Comentários ao código penal. v. 2. Rio de Janeiro: Forense, 1958.<br></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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