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	<title>stf &#8211; Index Jurídico</title>
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	<description>Ciências jurídicas e temas correlatos</description>
	<lastBuildDate>Mon, 15 Jan 2024 20:44:31 +0000</lastBuildDate>
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	<title>stf &#8211; Index Jurídico</title>
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	<item>
		<title>Danos morais no transporte aéreo internacional</title>
		<link>https://indexjuridico.com/danos-morais-no-transporte-aereo-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 20:44:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Nas hipóteses de danos morais decorrentes de contrato de transporte aéreo internacional de passageiros, o Código de Defesa do Consumidor prevalece sobre as normas e os tratados internacionais limitadores da responsabilidade das transportadoras aéreas (Convenções de Varsóvia e Montreal).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nas hipóteses de danos morais decorrentes de contrato de transporte aéreo internacional de passageiros, <strong>o Código de Defesa do Consumidor prevalece sobre as normas e os tratados internacionais limitadores da responsabilidade das transportadoras aéreas</strong> (Convenções de Varsóvia e Montreal).</p>



<p>Pelo outro lado, em se tratando de danos materiais, aplicam-se as referidas normas internacionais (<a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=4450343" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ARE 766.618 ED/SP</a>).</p>



<span id="more-1417"></span>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Art. 178. A lei disporá sobre a ordenação dos transportes aéreo, aquático e terrestre, devendo, quanto à ordenação do transporte internacional, observar os acordos firmados pela União, atendido o princípio da reciprocidade.</p>
<cite>cf88</cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inconstitucionalidade de lei municipal obriga shopping a ter ambulatório médico</title>
		<link>https://indexjuridico.com/inconstitucionalidade-de-lei-municipal-obriga-shopping-a-ter-ambulatorio-medico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 20:36:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[No julgamento do RE 833.291/SP, o STF declarou a inconstitucionalidade formal e material de lei do município de São Paulo que estabelecia a obrigação de que os shopping centers na circunscrição municipal devessem abrigar ambulatório médico ou unidade de pronto socorro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No julgamento do <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=4623913" target="_blank" rel="noreferrer noopener">RE 833.291/SP</a>, o STF declarou a inconstitucionalidade formal e material de lei do município de São Paulo que estabelecia a obrigação de que os shopping centers na circunscrição municipal devessem abrigar ambulatório médico ou unidade de pronto socorro.</p>



<span id="more-1415"></span>



<p>Para o STF, estaria violada a competência legislativa da União para tratar de Direito Comercial e Direito do Trabalho e também teriam sido violados princípios constitucionais como a livre iniciativa, a proporcionalidade e razoabilidade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:</p>



<p>I &#8211; direito civil, <strong>comercial</strong>, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do <strong>trabalho</strong>;</p>
<cite>cf/88</cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Índice de correção das dívidas fazendárias não tributárias em processos com trânsito em julgado</title>
		<link>https://indexjuridico.com/indice-de-correcao-das-dividas-fazendarias-nao-tributarias-em-processos-com-transito-em-julgado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 20:29:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<category><![CDATA[direito constitucional]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[legislação federal]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1413</guid>

					<description><![CDATA[É aplicável às condenações da Fazenda Pública envolvendo relações jurídicas não tributárias o índice de juros moratórios estabelecido no art. 1º-F da Lei n. 9.494/1997, na redação dada pela Lei n. 11.960/2009, a partir da vigência da referida legislação, mesmo havendo previsão diversa em título executivo judicial transitado em julgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É aplicável às condenações da Fazenda Pública envolvendo relações jurídicas não tributárias o índice de juros moratórios estabelecido no art. 1º-F da Lei n. 9.494/1997, na redação dada pela Lei n. 11.960/2009, a partir da vigência da referida legislação, <strong>mesmo havendo previsão diversa em título executivo judicial transitado em julgado</strong>.</p>



<span id="more-1413"></span>



<p>Essa é a tese fixada pelo STF no <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=6137386" target="_blank" rel="noreferrer noopener">RE 1.317.982/ES</a>, deixando claro que, independentemente de disposição diversa em título judicial, se aplica o art. 1º-F, da Lei nº 9.494/97, nas condenações fazendárias não tributárias. </p>



<p>O raciocínio por trás do julgamento é que as regras de juros e correção são de efeito continuado no tempo, renovando-se a cada mês por força do princípio <em>tempus regit actum.</em></p>



<p>Essa decisão, vale frisar, diz respeito aos períodos anteriores à superveniente vigência da Emenda Constitucional nº 113/2021, que estabeleceu a aplicação da Selic desde sua vigência (9 de dezembro de 2021):</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Art. 3º Nas discussões e nas condenações que envolvam a Fazenda Pública, independentemente de sua natureza e para fins de atualização monetária, de remuneração do capital e de compensação da mora, inclusive do precatório, haverá a incidência, uma única vez, até o efetivo pagamento, do índice da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), acumulado mensalmente.</p>
<cite><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc113.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ec 113</a></cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aos servidores públicos estaduais e municipais que sejam pais de pessoas com deficiência é garantida a jornada reduzida prevista na legislação federal</title>
		<link>https://indexjuridico.com/aos-servidores-publicos-estaduais-e-municipais-que-sejam-pais-de-pessoas-com-deficiencia-e-garantida-a-jornada-reduzida-prevista-na-legislacao-federal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Apr 2023 16:40:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<category><![CDATA[direito administrativo]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1350</guid>

					<description><![CDATA[No julgamento do RE 1.237.867/SP (Informativo nº 1.080), o STF decidiu que aos servidores públicos estaduais e municipais é aplicado, para todos os efeitos, o art. 98, § 2° e § 3°, da Lei 8.112/1990. Trata-se de norma federal que diz: Art. 98. Será concedido horário especial ao servidor estudante, quando comprovada a incompatibilidade entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>No julgamento do <a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=5785185" target="_blank">RE 1.237.867/SP</a> (Informativo nº 1.080), o STF decidiu que <strong>aos servidores públicos estaduais e municipais é aplicado, para todos os efeitos, o art. 98, § 2° e § 3°, da Lei 8.112/1990</strong>.</p>



<span id="more-1350"></span>



<p>Trata-se de norma federal que diz:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Art. 98. Será concedido horário especial ao servidor estudante, quando comprovada a incompatibilidade entre o horário escolar e o da repartição, sem prejuízo do exercício do cargo.</p>



<p>§2º Também será concedido horário especial ao servidor portador de deficiência, quando comprovada a necessidade por junta médica oficial, independentemente de compensação de horário.</p>



<p>§3º As disposições constantes do § 2o são extensivas ao servidor que tenha cônjuge, filho ou dependente com deficiência.</p>
<cite>Lei nº 8.112/90</cite></blockquote>



<p>O STF, assim, verificando o bloco de constitucionalidade que preza pelo  acompanhamento familiar para o desenvolvimento e a inclusão das pessoas  com deficiência, decidiu, por analogia, que a norma federal é aplicável  ao âmbito estadual e municipal. </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É aplicável o CDC para danos extrapatrimoniais decorrentes de contrato de transporte aéreo internacional</title>
		<link>https://indexjuridico.com/e-aplicavel-o-cdc-para-danos-extrapatrimoniais-decorrentes-de-contrato-de-transporte-aereo-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Apr 2023 16:36:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[No julgamento do RE 1.394.401/SP, o STF decidiu que a incidência das normas previstas nas Convenções internacionais de Varsóvia e de Montreal restringe-se às hipóteses de indenização por danos materiais nos contratos de transporte aéreo internacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No julgamento do <a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=6450365" target="_blank">RE 1.394.401/SP</a>, o STF decidiu que a incidência das normas previstas nas Convenções internacionais de Varsóvia e de Montreal restringe-se às hipóteses de indenização por danos materiais nos contratos de transporte aéreo internacional.</p>



<span id="more-1328"></span>



<p>Dessa forma, prejuízos da ordem extrapatrimonial não ficam sujeitos às referidas normas internacionais, sendo aplicável o Código de Defesa do Consumidor.</p>



<p>Fixou-se, assim, a seguinte tese:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Não se aplicam as Convenções de Varsóvia e Montreal às hipóteses de danos extrapatrimoniais decorrentes de contrato de transporte aéreo internacional.</p>
<cite>stf – <a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=6450365" target="_blank">RE 1.394.401/SP</a></cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF decide que estados e municípios podem redefinir valor limite de RPVs conforme suas peculiaridades financeiras</title>
		<link>https://indexjuridico.com/stf-decide-que-estados-e-municipios-podem-redefinir-valor-limite-de-rpvs-conforme-suas-peculiaridades-financeiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Apr 2023 16:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1326</guid>

					<description><![CDATA[No recente julgamento da ADI 5.421/DF (Informativo nº 1.081/23), o Plenário do STF decidiu que os estados e municípios podem redefinir os patamares financeiros para pagamento de suas dívidas por meio de requisições de pequeno valor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No recente julgamento da <a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=4891812" target="_blank">ADI 5.421/DF</a> (Informativo nº 1.081/23), o Plenário do STF decidiu que os estados e municípios podem redefinir os patamares financeiros para pagamento de suas dívidas por meio de requisições de pequeno valor.</p>



<span id="more-1326"></span>



<p>Para a Corte, desde que respeitado o <strong>princípio da proporcionalidade</strong>, estados e municípios gozam de autonomia para estabelecer o montante correspondente às obrigações de pequeno valor.</p>



<p>Sobre o tema, a Constituição expõe:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Art. 100. Os pagamentos devidos pelas Fazendas Públicas Federal, Estaduais, Distrital e Municipais, em virtude de sentença judiciária, far-se-ão exclusivamente na ordem cronológica de apresentação dos precatórios e à conta dos créditos respectivos, proibida a designação de casos ou de pessoas nas dotações orçamentárias e nos créditos adicionais abertos para este fim.</p>



<p>§ 3º O disposto no caput deste artigo relativamente à expedição de precatórios não se aplica aos <strong>pagamentos de obrigações definidas em leis como de pequeno valor</strong> que as Fazendas referidas devam fazer em virtude de sentença judicial transitada em julgado.&nbsp;constituição de 1988</p>
<cite>constituição de 1988</cite></blockquote>



<p>Caso o ente público não tenha norma especificando o valor limite para pagamento por meio de RPV, incide o art. 87, do ADCT:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Art. 87. Para efeito do que dispõem o § 3º do art. 100 da Constituição Federal e o art. 78 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias <strong>serão considerados de pequeno valor, até que se dê a publicação oficial das respectivas leis definidoras pelos entes da Federação</strong>, observado o disposto no § 4º do art. 100 da Constituição Federal, os débitos ou obrigações consignados em precatório judiciário, que tenham valor igual ou inferior a:</p>



<p>I – <strong>quarenta salários-mínimos</strong>, perante a Fazenda dos Estados e do Distrito Federal;</p>



<p>II –<strong> trinta&nbsp; salários-mínimos</strong>,&nbsp; perante&nbsp; a&nbsp; Fazenda dos Municípios</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É constitucional lei que proíbe a fabricação, venda e comercialização de armas de fogo de brinquedo</title>
		<link>https://indexjuridico.com/e-constitucional-lei-que-proibe-a-fabricacao-venda-e-comercializacao-de-armas-de-fogo-de-brinquedo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Apr 2023 16:32:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1324</guid>

					<description><![CDATA[No recente julgamento da ADI 5.126/SP (Informativo nº 1.081/23), o Plenário do STF deliberou que é constitucional lei estadual que proíbe, no âmbito de seu território, a fabricação, a venda e a comercialização de armas de brinquedo que simulam armas de fogo reais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No recente julgamento da <a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=4577991" target="_blank">ADI 5.126/SP</a> (Informativo nº 1.081/23), o Plenário do STF deliberou que <strong>é constitucional lei estadual que proíbe, no âmbito de seu território, a fabricação, a venda e a comercialização de armas de brinquedo que simulam armas de fogo reais.</strong></p>



<span id="more-1324"></span>



<p>Para os Ministros, lei de tal natureza não violaria a competência legislativa privativa da União para tratar de Direito Penal ou material bélico, e sim trataria de legislação sobre <strong>direito do consumidor </strong>e à <strong>proteção à infância e à juventude</strong>, ambas hipóteses de competência legislativa concorrente.A lei em questão que foi impugnada no Supremo foi Lei a Lei Estadual nº  15.301/2014, do Estado de São Paulo, que proíbe fabricação e  comercialização de armas de fogo de brinquedo no território do estado. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-specialquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A lei em questão que foi impugnada no Supremo foi Lei a Lei Estadual nº 15.301/2014, do Estado de São Paulo, que proíbe fabricação e comercialização de armas de fogo de brinquedo no território do estado.</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF decide pela relativização da coisa julgada em matéria tributária de relação continuada</title>
		<link>https://indexjuridico.com/stf-decide-pela-relativizacao-da-coisa-julgada-em-materia-tributaria-de-relacao-continuada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Apr 2023 16:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1322</guid>

					<description><![CDATA[No recente julgamento dos RE 955.227/BA e RE 949.297/CE, o STF decidiu que o trânsito em julgado de decisões relativas a uma relação tributária de cunho continuado pode ser relativizado por decisões supervenientes do STF em âmbito de controle concentrado ou recurso extraordinário com repercussão geral reconhecida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No recente julgamento dos <a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=4945134" target="_blank">RE 955.227/BA</a> e <a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=4930112" target="_blank">RE 949.297/CE</a>, o STF decidiu que o trânsito em julgado de decisões relativas a uma relação tributária de cunho continuado pode ser relativizado por decisões supervenientes do STF em âmbito de controle concentrado ou recurso extraordinário com repercussão geral reconhecida.</p>



<span id="more-1322"></span>



<p>Ou seja, o trânsito em julgado de uma decisão que rege determinada relação tributária não é imutável ou eterno, podendo ser relativizado em reapreciação da matéria pelo STF em controle concentrado ou RE.</p>



<p>De qualquer forma, hão de ser respeitados a <strong>irretroatividade</strong>, a <strong>anterioridade anual </strong>e a <strong>noventena </strong>ou a <strong>anterioridade nonagesimal</strong>, conforme a natureza do tributo.</p>



<p>Consagrou a Corte:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-jusquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>A coisa julgada não pode servir como salvo conduto imutável a fim de ser oponível eternamente pelo jurisdicionado somente porque lhe é benéfica</strong>, de modo que, uma vez modificado o contexto fático e jurídico — com o pronunciamento desta Corte em repercussão geral ou em controle concentrado — os efeitos das decisões transitadas em julgado em relações de trato continuado devem se adaptar, aplicando-se a lógica da cláusula <em>rebus sic stantibus.</em></p>
<cite><a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=4945134" target="_blank">RE 955.227/BA</a></cite></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Norma estadual não pode proibir uso de “linguagem neutra”</title>
		<link>https://indexjuridico.com/norma-estadual-nao-pode-proibir-uso-de-linguagem-neutra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Apr 2023 16:29:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1320</guid>

					<description><![CDATA[Na conclusão do julgamento da ADI 7.019/RO, o STF entendeu que os Estados não podem legislar sobre modalidades de uso da língua portuguesa, tendo em vista a competência privativa da União para legislar sobre o assunto. Dessa forma, legislação estadual cujo intuito seria impedir a utilização da chamada “linguagem neutra” em material didático ou grade curricular seria formalmente inconstitucional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na conclusão do julgamento da <a rel="noreferrer noopener" href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=6292373" target="_blank">ADI 7.019/RO</a>, o STF entendeu que os Estados não podem legislar sobre <strong>modalidades de uso da língua portuguesa</strong>, tendo em vista a competência privativa da União para legislar sobre o assunto. Dessa forma, legislação estadual cujo intuito seria impedir a utilização da chamada “linguagem neutra” em material didático ou grade curricular seria <strong>formalmente inconstitucional</strong>.</p>



<span id="more-1320"></span>



<p>A Corte Suprema apontou que, embora os estados possuam competência para legislar concorrentemente sobre educação, <strong>devem observar as normas gerais editadas pela União</strong>.</p>



<p>É o que se extrai do art. 24, IX, e §1º, da Constituição:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:<br>IX – educação, cultura, ensino, desporto, ciência, tecnologia, pesquisa, desenvolvimento e inovação;<br>§ 1º No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais.</p>
<cite>cf/88</cite></blockquote>



<p>De acordo com o STF, a norma geral que dispensaria a adição apresentada na legislação estadual seria a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/1996).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A interceptação telefônica pode ser renovada sucessivamente se a decisão judicial inicial e as prorrogações forem fundamentadas</title>
		<link>https://indexjuridico.com/a-interceptacao-telefonica-pode-ser-renovada-sucessivamente-se-a-decisao-judicial-inicial-e-as-prorrogacoes-forem-fundamentadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 16:59:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos relevantes]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://indexjuridico.com/?p=1306</guid>

					<description><![CDATA[No julgamento do RE 625263/PR (Informativo nº 1047), o Plenário do STF decidiu que, havendo justificativa legítima, mesmo que sucinta, a embasar a continuidade das investigações; a interceptação telefônica pode ser renovada sucessivamente. Permanece devido o atendimento ao art. 2º da Lei 9.296/1996 e a necessidade de ser demonstrada a necessidade concreta da interceptação, bem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No julgamento do <a rel="noreferrer noopener" href="http://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=3906320" target="_blank">RE 625263/PR</a> (Informativo nº 1047), o Plenário do STF decidiu que, havendo justificativa legítima, mesmo que sucinta, a embasar a continuidade das investigações; a interceptação telefônica pode ser renovada sucessivamente.</p>



<span id="more-1306"></span>



<p>Permanece devido o atendimento ao art. 2º da Lei 9.296/1996 e a necessidade de ser demonstrada a <strong>necessidade concreta da interceptação</strong>, bem como a <strong>complexidade da investigação</strong>.</p>



<p>A Lei de Interceptação diz:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-lexquote has-normal-font-size is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><small>Art. 2° Não será admitida a interceptação de comunicações telefônicas quando ocorrer qualquer das seguintes hipóteses:</small><br><small>I &#8211; não houver indícios razoáveis da autoria ou participação em infração penal;</small> <br><small>II &#8211; a prova puder ser feita por outros meios disponíveis;</small> <br><small>III &#8211; o fato investigado constituir infração penal punida, no máximo, com pena de detenção.</small> <br><small>Parágrafo único. Em qualquer hipótese deve ser descrita com clareza a situação objeto da investigação, inclusive com a indicação e qualificação dos investigados, salvo impossibilidade manifesta, devidamente justificada.</small></p><cite>LEI Nº 9.296/96</cite></blockquote>



<p>Os Ministros também não estipularam um critério de prazo máximo abstratamente.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-specialquote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Dessa forma, a interceptação pode ser renovada sucessivamente enquanto subsistir sua hipótese de cabimento, devidamente explicitada nas decisões que deferem tais prorrogações.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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